| Processo: | 09/15857-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Spencer Luiz Marques Payão |
| Beneficiário: | Spencer Luiz Marques Payão |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Marília , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Marília |
| Assunto(s): | Doença de Alzheimer Envelhecimento DNA ribossômico Reação em cadeia por polimerase (PCR) Cérebro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença de Alzheimer | Envelhecimento | Expressão gênicas | Genes Ribossômicos | Material de cérebro | pcr em tempo real | Morfologia |
Resumo
A Doença de Alzheimer (DA) é definida como uma afecção neurodegenerativa irreversível e progressiva, de início insidioso caracterizado principalmente pela diminuição da cognição, perda de memória e confusão mental. Ocorre mais comumente após os 60 anos, podendo também ter seu início mais precocemente aos 40 anos. Na DA, mutações em três principais genes estão associadas à doença; gene da proteína precursora da Beta-amilóide (ABPP), gene da pré-senelina 1 (PS1) e gene da pré-senelina 2 (PS2). O alelo E4 do gene da apolipoproteína E (ApoE4), também tem sido associado a DA e é considerado o principal fator de risco genético para doença. A diminuição da atividade e conseqüentemente, a menor expressão dos genes ribossômicos também tem sido alvo de estudos e parecem relacionados à doença, conforme várias publicações pelo nosso grupo. Sugere-se que mutações nos genes da ABPP, PS1 e PS2 possam estar relacionadas a alterações na expressão dos mesmos e subseqüente acúmulo e depósitos do peptídeo Beta-amilóide (AB), formando as placas senis, principal achado histológico no cérebro de pacientes com DA. Portanto, o presente projeto tem como objetivos: analisar a expressão dos genes ribossômicos (28S/18S), da ABPP, das pré-senilinas 1 e 2 e das interleucinas 1beta e 8, além de caracterizar a distribuição dos alelos da ApoE e polimorfismos dos genes das Interleucinas 1beta e 8, em amostras de cérebro e sangue de pacientes com DA e controles. O desenvolvimento desta abordagem poderá abrir novas perspectivas para a caracterização de fatores envolvidos na regulação gênica, além da elucidação quanto à interação dos principais genes envolvidos na DA visando, num futuro próximo, a obtenção de possíveis marcadores para a doença de Alzheimer. (AU)
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