| Processo: | 10/15530-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Caio de Brito Vianna |
| Beneficiário: | Caio de Brito Vianna |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares Revascularização miocárdica Tromboembolismo Trombose venosa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cirurgia de revascularização miocárdica | tromboembolismo pulmonar | trombose venosa profunda | Cardiologia |
Resumo
A presença de trombose venosa profunda (TVP) e tromboembolismo pulmonar (TEP) após cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) é muitas vezes assintomática. Além disso as alterações clínicas que ocorrem comumente no pós-operatório de revascularização miocárdica podem dificultar ou mascarar o diagnóstico de TVP e TEP. Segundo poucos dados disponíveis na literatura, a incidência de TVP em pacientes no pós-operatório de CRM parece ser surpreendentemente alta. Da mesma forma, acredita-se que a incidência de TEP após cirurgias de revascularização miocárdica deva ser maior do que habitualmente se supõe. A partir desse conhecimento exposto pretendemos avaliar a prevalência de TVP e TEP, após pesquisa diagnóstica ativa, independente de suspeita clínica, no pós-operatório de CRM, para que possamos oferecer a esses pacientes o beneficio do tratamento (anti-coagulação), evitando assim complicações potencialmente graves e até mesmo fatais. Os resultados serão determinantes para ressaltar a necessidade ou não de medidas profiláticas de rotina, fato não esclarecido pela literatura atual.O paciente é selecionado para o estudo durante pré-operatório realizado pela Unidade de Coronariopatias Crônicas (cirurgias de emergência e pacientes com síndromes coronarianas agudas não serão incluídos). Uma vez selecionado, o paciente assina o termo de consentimento livre e esclarecido. O paciente é submetido a cirurgia com cirurgião experiente pré-determinado, indicado pela Divisão Cirúrgica do Hospital, com ou sem circulação extra-corpórea, por livre decisão. Na unidade de recuperação cardíaca realiza todos exames de rotina pós-operatória e será excluído se houver fatores indicativos de internação nesta unidade por mais de cinco dias. Após 24 horas da cirurgia deve colher Proteína-C Reativa ultra-sensível. Serão excluídos aqueles que obtiverem alta da unidade de recuperação cardíaca apenas após o quinto dia de pós-operatório. Paciente recebe alta para enfermaria. Entre os dias sexto e nono após a cirurgia (sétimo dia como meta ideal), realiza-se ultrassonografia venosa de membros inferiores e angiotomografia computadorizada contrastada helicoidal do tórax, quando diagnóstico de TVP e/ou TEP será o desfecho primário. Caso permaneça internado após estes exames, segue em observação clínica e faz os exames complementares de rotina. Após realizados os exames protocolares, durante a internação ou até três meses após alta hospitalar, caso seja diagnosticado TVP e/ou TEP devido novos sinais e sintomas, por suspeita médica e exames de rotina, também será considerado como desfecho primário. Paciente recebe alta hospitalar e receberá telefonemas após 30, 60 e 90 dias. Havendo intercorrências clínicas relevantes estas serão analisadas em detalhes, especialmente pesquisando-se presença de TVP e/ou TEP. (AU)
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