| Processo: | 12/08320-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Flávia Cristina Rodrigues Lisoni |
| Beneficiário: | Flávia Cristina Rodrigues Lisoni |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Pesquisadores associados: | Sonia Maria Oliani |
| Assunto(s): | Genética molecular Neoplasias do colo uterino Transformação celular neoplásica Mediadores da inflamação Anexina A1 Expressão gênica Hibridização genética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anexina A1 | câncer de cérvix | Câncer de colo de útero | cultura de células | expressão gênica diferencial | Hibridização subtrativa | Genética Molecular |
Resumo
O câncer de colo de útero, também chamado de câncer cervical, é o segundo tipo de câncer mais frequente em mulheres mundialmente, sendo a quarta causa de morte por câncer em países em desenvolvimento. A carcinogênese de colo de útero está relacionada com alterações genéticas, infecção pelo Papilomavirus Humano (HPV), angiogênese e processos inflamatórios. A idéia de que a inflamação está envolvida na tumorigênese é apoiada pela observação de que o câncer surge frequentemente em áreas de inflamação crônica. Por outro lado, a resposta inflamatória é controlada pela ação de mediadores anti-inflamatórios, que atuam para manter a homeostasia da resposta imunológica e prevenir a lesão tecidual. Entre esses mediadores destacamos a anexina A1 (ANXA1), proteína de 37 kDa, que é expressa pelas células tumorais e atua como moduladora do processo inflamatório. No entanto, os mecanismos moleculares pelos quais a ANXA1 modula as respostas celulares nos processos inflamatórios ainda não estão completamente determinados. Os dados disponíveis sugerem que essa família de proteínas pode ter, além de seu importante papel no processo inflamatório, um envolvimento significativo no câncer, através de cascatas de sinalização que incluem genes relacionados com o ciclo celular, com a diferenciação e com a apoptose. Diante dessas considerações, investigaremos, in vitro, a influência desse anti-inflamatório nas células SiHa sobre a morfologia, proliferação e localização celular e na expressão proteica e gênica, observando como a anexina modula a expressão desses genes e como essas alterações podem participar do processo tumorigênico. Para isso será utilizada a linhagem celular SiHa (derivada do células de carcinoma epidermóide de cérvix), tratada com ANXA1 por 1, 2, 4, 24, 48 e 72 horas. Especificamente, será investigado os efeitos dessa adição na expressão gênica, por hibridização substrativa rápida (RaSH) e os genes encontrados como diferencialmente expressos, serão validados por técnicas de PCR quantitativa, então, serão investigadas as vias de sinalização celular, das quais a ANXA1 participa, importantes para o processo tumorigênico. (AU)
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