| Processo: | 12/21916-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza |
| Pesquisador responsável: | Lilian Casatti |
| Beneficiário: | Gabriel Lourenço Brejão |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/05827-6 - Relações entre o processo de desmatamento e os padrões de diversidade de peixes em riachos da Amazônia Ocidental, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Rio Madeira Dinâmica da paisagem Riachos Diversidade funcional Ictiologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dinamica da paisagem | diversidade funcional | riachos | Rio Madeira | Ictiologia |
Resumo Os riachos da região Neotropical abrigam uma fauna de peixes de pequeno porte, muitas vezes com distribuições geográficas restritas e, geralmente, muito dependentes da vegetação ripária para a alimentação, abrigo e reprodução. A retirada da vegetação nativa das bacias hidrográficas é uma das alterações cujos efeitos nos ambientes aquáticos ainda não são completamente compreendidos. O uso do histórico de desmatamento em conjunto com a estrutura atual da paisagem aumenta o poder de análise para avaliar os efeitos ecológicos do desmatamento e, possivelmente, trajetórias distintas do processo devem estar afetando a composição e o funcionamento das comunidades de peixes. Para entender como o processo histórico de desmatamento interferiu nos padrões atuais de diversidade peixes emergem duas hipóteses: (1.) Ocorre a erosão funcional das comunidades estudadas decorrente do processo de desmatamento, e (2.) A forma como o processo de desmatamento foi conduzido e o tempo de retirada da floresta determina os padrões de diversidade e composição por três vias distintas (i) a manutenção parcial da floresta permite a manutenção da diversidade mas ocorre pequena perda de espécies, (ii) o desmatamento recente permite a manutenção da diversidade e promove grande perda de espécies, e (iii) o desmatamento antigo promove grandes perdas na diversidade e composição da ictiofauna. | |
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