| Processo: | 15/19018-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Dimas Tadeu Covas |
| Beneficiário: | Rafaela Rossetti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biologia celular Medula óssea Cultura de células Células-tronco mesenquimais Diferenciação celular Osteogênese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células-tronco mesenquimais | Cultivo celular | diferenciação celular | Medula Óssea | Células-tronco |
Resumo A existência de células-tronco não hematopoéticas na medula óssea foi sugerida no final do século XX, quando foi observado que células reticulares provenientes de fragmentos da medula óssea apresentavam potencial osteogênico in vivo, sendo capaz de gerar ossículo ectópico após transplante. Mais tarde, a subpopulação de células responsável por este potencial foi identificada e posteriormente denominadas células tronco mesenquimais (CTMs). A partir de então, vários estudos contribuíram para a caracterização dessas células in vitro. Porém, evidências acerca da biologia dessas células in vivo foram reportadas apenas recentemente, sugerindo um nicho perivascular para as CTMs. Este conceito difundiu-se rapidamente, porém, estudos recentes utilizando rastreamento de linhagens por recombinação genética in vivo sugerem que as CTMs não ocupam o nicho perivascular e sim o endósteo de animais jovens. Além disso, em animais jovens estas CTMs endosteais seriam as principais responsáveis pela geração dos tecidos esqueléticos na medula óssea, e não as CTMs perivasculares. Então, foi levantada a hipótese de que, após a juventude, a medula óssea seria composta por duas populações de CTMs que ocupariam dois nichos distintos: uma população perivascular e outra endosteal. Porém, ambas as populações ainda não foram comparadas diretamente quanto à clonogenicidade e o potencial de diferenciação in vivo. Assim, utilizando-se CTMs da medula óssea e do osso compacto de camundongos, este trabalho visa estudar as características dessas células in vitro e, por meio de transplantes clonais singênicos, analisar o seu potencial de diferenciação in vivo. Espera-se que os resultados contribuam para refinar o conhecimento a respeito da biologia e identidade das CTMs na medula óssea e que sirvam de subsídio para aprimorar a seleção de populações celulares para uso clínico, de acordo com seu potencial de diferenciação in vivo. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |