| Processo: | 15/20535-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia |
| Pesquisador responsável: | Anna Carolina Ratto Tempestini Horliana |
| Beneficiário: | Anna Carolina Ratto Tempestini Horliana |
| Instituição Sede: | Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Fernanda de Cordoba Lanza ; Kristianne Porta Santos Fernandes ; Marcia Pinto Alves Mayer ; Priscila Larcher Longo ; Rafael Stelmach ; Raquel Agnelli Mesquita Ferrari ; Rodrigo Abensur Athanazio ; Samia Zahi Rached ; Sandra Kalil Bussadori ; Simone Dal Corso |
| Assunto(s): | Doenças periodontais Pneumopatias Bronquiectasia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bronquiectasia | doença periodontal | doença pulmonar | Periodontia |
Resumo
A associação entre doença periodontal (DP) e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem sido muito estudada e a aspiração de periodontopatógenos é um dos mecanismos mais aceitos para a exacerbação pulmonar. O tratamento periodontal foi associado à diminuição dessas exacerbações. A bronquiectasia possui muitas semelhanças clínicas com a DPOC, mas até o momento não foi estudada sua relação com a DP. A hipótese a ser testada é se a bronquiectasia está associada com a DP, e se a terapia periodontal pode refletir positivamente na melhora dos parâmetros clínicos da bronquiectasia. Objetivo- Avaliar a prevalência de DP em pacientes bronquiectásicos pareados com saudáveis, avaliar se a terapia periodontal pode interferir no número de exacerbações da bronquiectasia. Métodos: Este estudo será dividido em duas fases. Na fase 1 será verificada a prevalência da DP em bronquiectásicos (n=143) pareados com pacientes saudáveis (n=143), através de exame clinico periodontal e três questionários para a avaliação da qualidade de vida. Na fase 2, os pacientes bronquiectásicos com DP serão alocados ao acaso em: G1- controle (n=20) que receberá raspagem supragengival (RS) e orientação de higiene bucal (OHB) a cada 3 meses, enquanto o G2- experimental (n=20) receberá raspagem e alisamento radicular full mouth desinfection e OHB a cada 3 meses. No baseline, e após 24 meses, serão avaliados quantidade de exacerbações, parâmetros clínicos pulmonares e periodontais, 3 questionários de qualidade de vida, mecânica pulmonar através da espirometria. Serão coletadas amostras de saliva, lavado nasal e escarro quantificadas por qPCR para P. aeruginosa, S. aureus e P. gingivalis. Além disso, avaliação da halitose através do Oral Chroma®. Estes dados permitirão avaliar se o tratamento periodontal pode interferir nos parâmetros clínicos da bronquiectasia e da doença periodontal. Espera-se com isso que o tratamento periodontal contribua para a melhora do quadro clinico sistêmico do paciente e com isso contribua para a melhora da sua qualidade de vida. Em futuros estudos in vivo, espera-se entender o mecanismo de ação subjacente à associação dessas duas patologias, utilizando os dados microbiológicos obtidos nesse estudo preliminar. (AU)
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