| Processo: | 16/06952-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Maria Helena Bezerra Maia de Hollanda |
| Beneficiário: | Alice Westin Teixeira |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Gondwana (supercontinente) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aglutinação do Gondwana | Geocronologia U-Pb em monazita | Geocronologia U-Pb SHRIMP | Geocronologia 40Ar-39Ar | Termo-cronologia | Geocronologia e geotectônica |
Resumo Termo-cronologia é uma técnica que aplica sistemas químicos e isotópicos para extrair informações sobre a história termal de uma rocha, mineral ou terrenos geológicos. O conhecimento da história termal, associado à outras informações geológicas permite estabelecer a duração/idade de processos geológicos-chave para o entendimento da evolução da história da Terra, como processos de subducção, colisão e exumação.Este projeto tem como objetivo principal testar os diferentes modelos de evolução tectônica para o Orógeno Brasília Meridional disponíveis na literatura, utilizando como base métodos termo-cronológicos variados. Os resultados obtidos trarão novas evidências para a compreensão dos mecanismos geotectônicos vigentes durante a aglutinação do Gondwana no Neoproterozóico.Os termo-cronômetros 40Ar/39Ar em hornblenda, muscovita e biotita e U-Th-Pb em zircão metamórfico, titanita e monazita serão aplicados em amostras pertencentes às diferentes nappes do orógeno. Tais sistemas estão entre os mais utilizados atualmente em estudos de termo-cronologia, apresentando temperaturas de fechamento variáveis desde 300 ºC até >900 ºC. Análise petrográfica detalhada, imagens de catodoluminescência e de elétrons retro espalhados de grãos serão ferramentas essenciais para a diferenciação de cristais de diferentes fases e identificação de possíveis zoneamentos composicionais em um mesmo mineral. Desta forma, os diferentes estágios do evento metamórfico que afetou cada uma das nappes serão cuidadosamente datados. (AU) | |
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