| Processo: | 17/16409-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Nicolas Muscara |
| Beneficiário: | Silvia Abigail Coavoy Sanchez |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dermatite atópica Prurido Inflamação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dermatite atópica | Inflamação | Prurido | sulfeto de hidrogênio (H2S) | Inflamação |
Resumo A dermatite atópica (DA) é uma doença inflamatória crônica e recorrente da pele caracterizada por lesões eczematosas associadas a prurido intenso e hiperprodução de imunoglobulina E (IgE) que afeta as crianças e adultos com uma alta prevalência. Mesmo que alguns pacientes respondem satisfatoriamente ao tratamento tópico, esta terapia nem sempre é eficaz, e muitas vezes são necessários tratamentos sistêmicos, a pesar dos efeitos adversos frequentes, principalmente quando usados por longos períodos de tempo. Portanto, o desenvolvimento de terapias eficazes e seguras para a DA é uma necessidade. Estudos prévios do nosso laboratório mostram que doadores de sulfeto de hidrogênio (H2S) podem reduzir a inflamação e o prurido secundário à ativação de vias histaminérgicas ou não-histaminérgicas na pele de camundongos. Entretanto, o potencial terapêutico do H2S como tratamento alternativo dos sinais e sintomas da DA ainda não foi estudado. Assim, o presente projeto objetiva investigar o efeito da administração de diferentes doadores de H2S (Anti-inflamatórios esteroides liberadores de H2S e compostos doadores de ação mitocondrial), na DA induzida em camundongos pela aplicação epicutânea do alérgeno (hapteno) 2,4-dinitroclorobenzeno. O estudo incluirá: 1) Avaliação da severidade da dermatite cutânea e análise do comportamento de coçar; 2) Quantificação da produção endógena de H2S, e expressão de proteínas e genes das enzimas produtoras de H2S (CSE, CBS e 3MST) bem como da filagrina na pele; 3) Medição da IgE assim como das citocinas circulantes IL-4, IL-5, IL-13, IFN-g e TSLP; 4) Análise histopatológica da pele; e 5) Análise dos marcadores de estresse oxidativo e enzimas antioxidantes na pele. Considerando o H2S como um promissor agente terapêutico, espera-se que este estudo contribua para definir o potencial e as limitações dos compostos associados com H2S para o controle de sinais e sintomas de DA. | |
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