| Processo: | 17/20657-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Luiz Carlos Marques Vanderlei |
| Beneficiário: | Luiz Carlos Marques Vanderlei |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Presidente Prudente |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/03208-5 - Eficácia de protocolos de estratificação e parâmetros clínicos, físicos e bioquímicos em prever intercorrências em programas de reabilitação cardiovascular, BP.TT |
| Assunto(s): | Medição de risco Exercício físico Sinais e sintomas Fisioterapia cardiovascular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício físico | Medição de risco | Serviço de Reabilitação | Sinais e Sintomas | Fisioterapia Cardiovascular |
Resumo
Introdução: Apesar dos diversos efeitos benéficos, programas de reabilitação cardiovascular (PRCV) têm sido associado ao aparecimento de sinais e sintomas. Protocolos de estratificação de risco são utilizados para estratificar indivíduos em classes de risco para a ocorrência de eventos durante a prática de exercício físico, apesar disto, estudos que investigaram sua eficácia em prever sinais e sintomas durante a realização de PRCV são inconclusivos. Além disto, diversos parâmetros clínicos, físicos e bioquímicos têm sido utilizado na literatura como marcadores de risco para o aparecimento de eventos adversos e investigar se estes parâmetros são capazes predizer a possibilidade de intercorrências durante as sessões dos PRCV poderiam melhor nortear estratégias adotadas nestes programas. Objetivos: 1) avaliar a eficácia dos protocolos de estratificação de risco em prever sinais e sintomas durante a realização de um PRCV; 2) analisar a correlação entre parâmetro clínicos, físicos e bioquímicos mensurados em repouso com a presença de sinais/sintomas em participante de um PRCV; 3) avaliar se alterações em parâmetros clínicos, físicos ou bioquímicos induzidos pelo PRCV exerce influência no aparecimento de sinais e sintomas durante os PRCV. Materiais e Métodos: Para realização desse estudo serão avaliados dados de 70 pacientes inseridos em um PRCV. O estudo será dividido em três subprojetos que resumidamente pode ser dividido em três etapas: 1) estratificação de risco dos pacientes que participarão do estudo por dois avaliadores independentes (Estudo 1) e avaliação de parâmetros clínicos (parâmetros cardiorrespiratórios e avaliação da modulação autonômica), físicos (resistência isométrica máxima, contração isométrica voluntária máxima, capacidade funcional e nível de atividade física) e bioquímicos (IL-6, TNF-alpha e IL-10) (Estudos 2 e 3). Em seguida, os pacientes serão acompanhados por 24 sessões durante as rotinas do PRCV para avaliação de sinais e sintomas, para posterior correlação com a estratificação de risco obtida em cada protocolo (Estudo 1), e com valores de repouso dos parâmetros clínicos, físicos e bioquímicos acima mencionados (Estudos 2 e 3); 2) Os pacientes realização as rotinas normais do seu PRCV por um período de 6 meses (Estudo 3); 3) Os pacientes terão novamente avaliados seus parâmetros clínicos, físicos e bioquímicos e em seguida serão novamente acompanhados por mais 2 meses (24 sessões) durante as rotinas das sessões do PRCV para avaliação de sinais e sintomas, o que permitirá avaliar se ganhos/perdas nestes parâmetros exercem influências no aparecimento de sinais e sintomas durante as sessões do PRCV. (AU)
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