| Processo: | 18/07587-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Luiz Carlos Marques Vanderlei |
| Beneficiário: | Felipe Ribeiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sinais e sintomas Protocolos clínicos Cardiologia Doenças cardiovasculares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | doenças cardiovasculares | Protocolos Clínicos | risco cardíaco | Serviço de Reabilitação | Sinais e Sintomas | Cardiologia |
Resumo Introdução: Os programas de reabilitação cardíaca (PRC) são favoráveis no controle de fatores de risco cardiovascular, redução da incidência de novos eventos coronarianos e diminuição da taxa de mortalidade, porém devido ao seu funcionamento baseado na prática de exercício físico, podem ser associados com o risco de surgimento de sinais e sintomas durante o seu desenvolvimento. Neste sentido, investigar possíveis fatores que possam predizer a possibilidade de intercorrências durante as sessões dos PRC, como por exemplo a estratificação de risco cardíaco, se torna de extrema importância no cenário clínico. Objetivos: O presente estudo tem por objetivo avaliar a eficácia dos protocolos de estratificação de risco em prever sinais e sintomas durante a realização de um PRC. Materiais e Métodos: Serão analisados dados de 65 pacientes atendidos em um PRC. Inicialmente seus prontuários serão analisados para caracterização populacional, em seguida serão realizadas estratificações de risco cardíaco de cada um, em 8 protocolos diferentes. Posteriormente, estes indivíduos serão acompanhados por um período de dois meses durante as sessões do PRC para avaliação de intercorrências. Todas as intercorrências que forem identificadas serão registradas para posterior comparação com os resultados obtidos das avaliações iniciais. A normalidade dos dados será verificada pelo teste de Shapiro-Wilks. A relação entre o número de intercorrências dos pacientes e os valores das variáveis será analisada pela correlação de Pearson. A definição dos pontos de corte, para as variáveis será obtida pela curva Receiver Operating Characteristic (ROC). Também serão registrados a sensibilidade, a especificidade, o valor preditivo positivo e o valor preditivo negativo para ocorrência de eventos. A área sob a curva será considerada significativa quando valores e 0,650 foram obtidos. Todos os resultados serão discutidos no nível de 5% de significância. (AU) | |
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