| Processo: | 18/05462-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Tiago Bosisio Quental |
| Beneficiário: | Tiago Bosisio Quental |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Charles Marshall ; Daniele Silvestro ; Gustavo Burin Ferreira ; Laura Rodrigues Vieira de Alencar |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/16233-0 - Criação e curadoria das rotinas computacionais utilizadas para estudar a dinâmica da diversificação, BP.TT |
| Assunto(s): | Biodiversidade Processos ecológicos e ambientais Filogenia Bioestatística Extinção biológica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diversificação | Especiação | extinção | macroevolução |
Resumo
Diferenças temporais, espaciais e entre linhagens da biodiversidade compõem a história da vida. Documentar como o número de espécies varia é uma descrição de primeira ordem, mas para compreendermos plenamente a biodiversidade, precisamos entender como as taxas de especiação e extinção variam ao longo do tempo, entre linhagens, e quais fatores controlam essa dinâmica. Na última década presenciamos o desenvolvimento de novas ferramentas estatísticas para inferir dinâmicas de diversificação a partir do registro fóssil e de dados moleculares, porém apenas muito recentemente observamos de forma mais direta a inclusão de processo ecológicos a modelos macroevolutivos. Uma perspetiva temporal profunda (aqui definida como um período de tempo de milhões de anos) da dinâmica da biodiversidade costuma apresentar uma visão polarizada a respeito dos controles de biodiversidade, atribuindo mudanças drásticas da diversidade a fatores abióticos e relegando um papel secundário para interações bióticas. Isso não parece surpreendente, dada a dificuldade em documentar interações bióticas em tempo profundo. O projeto em questão pretende utilizar e desenvolver novas ferramentas estatísticas que permitam uma melhor compreensão dos fatores bióticos e abióticos (e sua provável interação) na dinâmica de especiação e extinção. Serão utilizados dados do registro fóssil, filogenias moleculares, e dados de ecologia e morfologia, assim como ferramentas da paleontologia analítica e métodos comparativos filogenéticos. Os modelos de estudo serão diferentes grupos de vertebrados, com ênfase em mamíferos e aves. Os resultados empíricos ajudarão a desenvolver uma nova teoria sobre processos de equilíbrio e de não equilíbrio, e a entender como diferentes mecanismos operam para regular a biodiversidade em tempo profundo. Mais especificamente, serão investigados o efeito de interações interespecíficas, e de mudanças graduais na área do ambiente, na dinâmica da biodiversidade. De forma mais ampla os resultados irão nos auxiliar a entender como os processos ecológicos que operam em um curto intervalo de tempo de tempo se manifestam em escala de tempo macroevolutivo. (AU)
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