| Processo: | 18/17287-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Levi Rodrigues Chaves |
| Beneficiário: | Alexandre Levi Rodrigues Chaves |
| Instituição Sede: | Instituto Biológico (IB). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Cátia Jacira Martins de Moura ; Lígia Maria Lembo Duarte ; Marcelo Eiras ; Maria Amelia Vaz Alexandre |
| Assunto(s): | Vírus de plantas Carlavirus Potyvirus Caulimovirus Afídeos Papaverales Epidemiologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | afídeos | Brassicaceae | carlavirus | Caulimovirus | Epidemiologia | Potyvirus | Virologia Vegetal |
Resumo
O Estado de São Paulo é o maior produtor de brássicas do Brasil, e se destaca pelo cultivo de uma ampla diversidade de variedades de interesse econômico. Devido aos sistemas de cultivo intensivo, constata-se, nas áreas de plantio, o agravamento dos problemas fitotossanitários, como, por exemplo, as viroses que podem causar danos, perdas econômicas e, consequentemente, elevação dos custos de produção. No Brasil, a maioria das espécies de vírus relatadas em brássicas é transmitida por afídeos, merecendo destaque: o Turnip mosaic virus (TuMV, Potyvirus), o Cauliflower mosaic virus (CaMV, Caulimovirus) e o Cole latent virus (CoLV, Carlavirus). Apesar de ocupar cerca de 50% da área paulista destinada ao cultivo de olerícolas folhosas, pouco se sabe sobre os aspectos epidemiológicos da interação dos afídeos vetores na dispersão do TuMV, CaMV e CoLV em brássicas. Esses aspectos são importantes, não somente para o entendimento da doença como também para auxiliar nas tomadas de decisões e estratégias de manejo das culturas, visando à redução das perdas. Portanto, pretende-se com o desenvolvimento desta proposta, obter um panorama atual da afidofauna nos principais centros de cultivo intensivo de brássicas localizados no cinturão verde do Estado de São Paulo e sua interação na dispersão e incidência do TuMV, CaMV e CoLV. Os resultados serão obtidos através da associação do monitoramento e identificação da afidofauna presente no campo, utilizando armadilhas adesivas amarelas e do tipo Moericke, com a detecção sorológica e molecular dos vírus em plantas e afídeos. Pretende-se assim, propor um calendário que auxilie nas estratégias de manejo da cultura de brássicas para o cinturão verde de São Paulo, uma vez que não há, nas variedades comerciais, genes efetivos de resistência para os vírus relatados em brássicas. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |