| Processo: | 18/24213-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Maria Cristina da Silva Pranchevicius |
| Beneficiário: | Marcelo Silva Folhas Damas |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Virulência Bactérias patogênicas Serratia marcescens Farmacorresistência bacteriana Resistência a múltiplos medicamentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Multi-Droga Resistência | Serratia marcescens | vacinologia reversa | Microbiologia médica/Genética molecular de microorganismos |
Resumo Bactérias resistentes as várias classes de antibióticos estão surgindo e se espalhando globalmente e até em diferentes regiões do mesmo país. No Brasil isso não é diferente, e estudos sobre S. marcescens, um patógeno nocosomial oportunista, com resistência intrínseca a várias classes de antibióticos e com um potencial alto de disseminação, são muito escassos. Portanto, o objetivo de nosso estudo é analisar a presença de genes de virulência, de porinas e de bomba de efluxo em S. marcescens isoladas de amostras clínicas coletadas de pacientes em UTI, através de PCR e posterior sequenciamento. Adicionalmente, pretende-se encontrar alvos proteicos, que poderão ser candidatos a produção de vacinas, através de análises de bioinformática das sequências codificadoras de proteínas do genoma de Serratia marcescens, utilizando a técnica da vacinação inversa (RV). Estudos prévios do nosso grupo de pesquisa encontrou que a maioria dos isolados de S. marcencens, utilizadas nesse estudo, são multi-droga resistentes (MDR), com alto nível de resistência aos ²-lactâmicos, aminoglicosídeos, quinolonas, tigeciclina e colistina. Estudos iniciais para verificação da presença dos genes de resistência as beta-lactâmicos e outras classes de antibacterianos também estão sendo realizados. Portanto, o estudo proposto nesse projeto poderá ampliar nosso conhecimento das cepas S. marcescens patogênicas circulantes no Brasil, permitirá entender sua patogenicicdade e, no futuro, poderá auxiliar no desenvolvimento de novos ensaios de diagnóstico molecular, novos medicamentos, vacinas e, consequentemente, no controle das infecções nosocomiais. Como o problema de resistência bacteriana é global, os resultados desses estudos também serão úteis para predizer, nacional e internacionalmente, o aparecimento de novos problemas de resistência, orientar as estratégias de intervenção e auxiliar a novas e melhores estratégias de tratamento | |
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