| Processo: | 19/11114-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas |
| Pesquisador responsável: | Marcos César Alvarez |
| Beneficiário: | Pedro Rolo Benetti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07923-7 - Núcleo de Estudos da Violência - NEV/USP, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Sociologia da violência e da criminalidade Conflito social Violência Punição Discursos Mídias sociais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | discursos | Punição | redes sociais | Representação | Violência | Sociologia da Violência |
Resumo A presente pesquisa pretende investigar quais são os principais argumentos mobilizados por políticos que caracterizam sua intervenção no espaço público a partir de narrativas ancoradas na repressão ou no uso da violência como mecanismos de resolução dos conflitos sociais. Por meio de suas manifestações em redes sociais durante a campanha eleitoral de 2018 serão mapeados os principais argumentos que os organizam, buscando aproximações e tensões entre os diversos representantes da chamada bancada da bala. Tomando como base os setenta parlamentares identificados pelo Diap como pertencentes a este grupo, serão observados os perfis de Facebook, Twitter e Instagram, ferramentas de comunicação direta mais utilizadas pelos políticos em campanha nas últimas eleições. Tais fontes permitem mapear quais são os termos utilizados com maior recorrência, bem como os argumentos centrais e pautas prioritárias de campanha, contribuindo para a construção de um quadro que ajude a compreender os caminhos pelos quais se sustenta e se expande, no Brasil, uma cultura punitivista. A premissa aqui trabalhada é a de que os atos de violência, em particular aqueles cometidos por agentes do Estado, não expressam apenas relações de força física, mas manifestam também um jogo de autorizações e incentivos organizados simbolicamente, passível de apreensão no discurso. É sobre este terreno que a presente pesquisa pretende incidir. | |
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