| Processo: | 19/22109-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia |
| Pesquisador responsável: | Daniel José Galafasse Lahr |
| Beneficiário: | Giulia Magri Ribeiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 20/15705-3 - Avaliação da importância do metabolismo fermentativo em lagos eutróficos, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Eucariotos Diversidade Amoeba Arsênio Código de barras de DNA taxonômico Meio ambiente |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arsênico | Bioindicadores | Diversidade | sequenciamento de nova geração | Tecamebas | tolerância ambiental | Evolução de microrganismo eucariontes |
Resumo As amebas tecadas são microorganismos eucarióticos amebóides que constroem uma carapaça externa (também chamada teca). As amebas tecadas de interesse deste estudo pertencem ao grupo Arcellinida nos amebozoários. Essas amebas tecadas são fáceis de encontrar no ambiente e várias espécies foram documentadas como altamente resistentes ao estresse ambiental. De fato, existe um gradiente de ocorrência de espécies de Arcellinida em ambientes contaminados por arsênico (As). A quantificação da contaminação por arsênico é tecnicamente desafiadora e dispendiosa, pois o arsênico deve ser especiado em suas formas inorgânicas (3+ e 5+). Essa especiação é necessária para a determinação da qualidade ambiental, pois há uma diferença na toxicidade entre as diferentes espécies de arsênico. A caracterização da resistência da ameba tecada ao As será usada para gerar marcadores ambientais de diagnóstico para os níveis de contaminação das formas mais tóxicas sem a necessidade de especiação do arsênico. Este trabalho propõe caracterizar a diversidade de comunidades através de experimentos com metabarcoding em locais contaminados; também nos propomos a caracterizar as vias de resistência ao arsênico em Arcellinida; também propomos comparar a expressão gênica de espécies bioindicadoras em Arcellinida e caracterizaremos o efeito do gradiente de arsênico na morfologia em busca de marcadores. Nossa hipótese é de que a diversidade de Arcellinida será afetada pela contaminação por As e que as espécies mais tolerantes terão um padrão específico de expressão gênica. Este projeto permitirá estabelecer os Arcelininida como modelo para testar hipóteses relacionadas à resistência ao arsênico. Além disso, este projeto também tem o potencial de desenvolver espécies indicadoras para condições ambientais, porque se encontrarmos com o barcoding espécies indicadoras por correlação com a presença de arsênico ou com análise de transcriptoma, demonstramos causalidade da resistência ao arsênico, isso representa uma ferramenta para o diagnóstico de condições ambientais. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |