| Processo: | 19/22267-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Mari Cleide Sogayar |
| Beneficiário: | Camila Harumi Kimura |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/05311-2 - Medicina regenerativa visando à terapia de doenças crônico-degenerativas (câncer e diabetes), AP.TEM |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus tipo 1 Hormônios peptídicos Ilhotas pancreáticas Células-tronco embrionárias murinas Imunossupressão Técnicas in vitro Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células beta-pancreáticas | Células produtoras de insulina (IPCs) | Células-tronco embrionárias murinas (mESCs) | Diabetes Mellitus 1 | diferenciação | Fatores peptídicos de crescimento | Ilhotas pancreáticas | Biologia Celular e Molecular |
Resumo O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) caracteriza-se pela destruição autoimune de células ² pancreáticas produtoras de insulina, hormônio que tem papel regulador do metabolismo de carboidratos e da taxa de açúcar no sangue (glicemia). O tratamento de DM1 é baseado, principalmente, na administração de insulina, o que nem sempre impede os efeitos deletérios da hiperglicemia (lesões renais, oculares, neuronais e cardiovasculares). Portanto, pesquisar novas intervenções terapêuticas para manutenção da normoglicemia em pacientes portadores de DM1 é uma crescente necessidade. O transplante de pâncreas permite restaurar a normoglicemia, mas é um procedimento cirúrgico de grande porte, invasivo e de alto risco para o paciente, além de exigir o emprego de imunossupressão por tratar-se de um alotransplante. Por outro lado, o transplante de ilhotas pancreáticas, introduzido no Brasil por nosso grupo de pesquisa, é um procedimento muito mais simples e quase nada invasivo, sendo uma alternativa terapêutica promissora para o DM1, embora esteja limitado pela disponibilidade de pâncreas de doadores de órgãos e também exigir a imunossupressão do paciente. Para contornar a necessidade de imunossupressão e a escassez de pâncreas para a geração de ilhotas pancreáticas, nosso grupo propôs o encapsulamento/imunoisolamento de ilhotas e a geração de células produtoras de insulina (IPCs) a partir de células-tronco embrionárias murinas (mESCs), respectivamente. O presente projeto visa induzir a diferenciação de mESCs em IPCs na ausência e na presença de fatores peptídicos de crescimento/diferenciação humanos recombinantes produzidos em nosso laboratório (rhPDGF-BB, rhBMP7, rhVEGF), seguido da análise da funcionalidade dessas células IPCs através de ensaios de produção de insulina sob estímulo de glicose in vitro e, futuramente, de ensaios de reversão de diabetes induzido em modelos animais. | |
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