| Processo: | 19/26831-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Recursos Pesqueiros de Águas Interiores |
| Pesquisador responsável: | Reinaldo José da Silva |
| Beneficiário: | Rodrigo Bravin Narciso |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/16672-7 - Implementação de ferramentas moleculares em estudos taxonômicos de Ergasilidae (Copepoda: Cyclopoida) no Brasil, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Ictiofauna Parasitologia Filogenia Crustáceos Copepoda RNA ribossômico Mitocôndrias Rio Pardo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Copepoda | Ergasilidae | Filogenética | Gene mitocondrial | Marcador ribossomal | Taxonomia | Ictioparasitologia |
Resumo Os peixes são os vertebrados com os maiores números de associações parasito-hospedeiro, havendo associações com parasitos de diferentes filos, e até mesmo de diferentes reinos. Dentre os principais grupos de parasitos, os crustáceos se destacam com um dos mais diversificados, havendo estimativas de mais 5.000 espécies parasitas. No Brasil, Ergasilidae (Copepoda) é atualmente a maior família de crustáceos parasitas de peixes, com mais de 60 espécies e 18 gêneros. Embora pequenos, esses copópodes podem causar danos severos aos tecidos dos seus hospedeiros, o que pode levar em algumas situações a um aumento expressivo na taxa de mortalidade tanto de populações nativas quanto cultivadas. Apesar de sua importância, o conhecimento atual sobre os ergasilídeos parasitos de peixes ainda é muito escasso, visto que poucas espécies de peixes (menos de 10%) e localidades no Brasil já tiveram sua fauna de ergasilídeos avaliada. Tradicionalmente, o estudo de Ergasilidae é feito com base análises morfológicas, havendo poucos estudos que fizeram uso de dados moleculares para identificação de espécies ou para se propor hipóteses filogenéticas para o grupo. Desse modo, o presente trabalho tem como objetivo estudar, com base em dados morfológicos e moleculares, a diversidade e sistemática de ergasilídeos parasitos de 10 espécies de peixes (Astyanax paranae, Astyanax lacustris, Characidium schubarti, Galeocharax gulo, Gymnotus sylvius, Imparfinis mirini, Phalloceros harpagos, Pimelodella avanhandavae, Schizodon nasutus e Steindachnerina insculpta) coletados ao longo do Rio Pardo, Médio Paranapanema, São Paulo. Esse rio é componente da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo (BHRP) e está inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Corumbataí-Botucatu-Tejupá que visa proteger os recursos naturais da região. Apesar de ser considerado um importante rio paulistano, os peixes do Rio Pardo nunca foram estudados no que diz respeito à sua fauna de crustáceos parasitas. Para esse estudo, serão realizadas análises morfológicas em conjunto com análises moleculares utilizando marcadores ribossomais (18S e 28S) e mitocondriais (COI). Os resultados obtidos durante a realização do projeto serão importantes para uma melhor compreensão da estrutura das comunidades, taxonomia, sistemática e filogenia de Ergasilidae nesse ambiente ainda pouco explorado do Médio Paranapanema. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |