| Processo: | 21/04287-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Anita Mitico Tanaka-Azevedo |
| Beneficiário: | Lidia Jorge Tasima |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/00382-5 - Correlação entre ensaios in vitro e ensaios in vivo: busca de abordagens no estudo de venenos ofídicos que dispensem o uso de animais seguindo o princípio dos 3R's, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Biotecnologia Bothrops Crotalus Cultura de células Venenos de serpentes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biotecnologia | bothrops | crotalus | cultura celular | lachesis | Micrurus | Veneno de serpentes |
Resumo O envenenamento por serpentes é classificado como uma doença negligenciada em muitos países tropicais e subtropicais pela Organização Mundial de Saúde. A respeito do veneno das serpentes, existem diversos efeitos patológicos associados, tais quais têm como principais funções imobilizar, paralisar e matar a presa, de modo a poder ingeri-la de maneira segura. A maioria dos venenos de serpentes induzem um dano ao tecido local da picada, com presença de mionecrose, alteração da integridade dos vasos sanguíneos, formação de bolhas, necrose cutânea e também a inflamação. Além dos efeitos locais, o envenenamento por serpentes também causa outros efeitos nas suas vítimas, como: paralisia, que pode envolver o bloqueio de músculos respiratórios, hemorragia sistêmica, lesão renal aguda e também afetam a hemostasia de diversas maneiras. A presença ou ausência desses sintomas no envenenamento é resultado da variação da composição proteica do veneno das diferentes serpentes. Toda essa variação no veneno das serpentes têm um impacto direto na eficácia dos tratamentos de acidentes ofídicos, resultando na necessidade de fabricar diferentes antivenenos contra os venenos de espécies distintas. Desta forma, o estudo dessas variações e o controle de qualidade desses venenos tem sido objeto de intensa investigação. Para esse fim, várias atividades biológicas dos venenos são estudadas utilizando tanto métodos in vivo como in vitro. No entanto, é reconhecido que os atuais ensaios in vivo são geralmente demorados, caros e apresentam pouca ou nenhuma correlação com envenenamento em humanos, além da necessidade de um grande número de animais. Há um esforço da comunidade científica para seguir o conceito dos 3 R's (Reduzir, Refinar e Substituir) em relação aos ensaios com animais, buscando o desenvolvimento de métodos alternativos para estudos e controle de qualidade dos venenos e antivenenos. Vários métodos alternativos in vitro já foram previamente validados e aprovados para testar os efeitos de diferentes drogas, cosméticos e produtos químicos em geral e, no estudo de veneno de serpentes, diversos autores já testaram alternativas e já encontraram correlações entre alguns ensaios in vivo com os in vitro. Com isso, o objetivo deste trabalho é verificar a melhor abordagem para avaliar os diferentes efeitos provocados pelos venenos de diferentes espécies de serpentes encontradas no Brasil, buscando assim possíveis formas de substituir os ensaios que utilizem animais. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |