| Processo: | 21/07066-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Maria de Lourdes Teixeira de Moraes Polizeli |
| Beneficiário: | Alex Graça Contato |
| Supervisor: | Rolf Alexander Prade |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Oklahoma State University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 17/25862-6 - Estudos estruturais e propriedades funcionais de xiloglucanases e liquenases fúngicas: aplicações na hidrólise de biomassa lignocelulósica, BP.DR |
| Assunto(s): | Purificação Enzimologia Expressão heteróloga Xiloglucano |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Heterologous expression | longibrachiatum | Purification | T | xyloglucan | xyloglucanases | Enzimologia |
Resumo O xiloglucano (XG) é a hemicelulose predominante na parede celular primária doplantas superiores. Isso inclui todas as monocotiledôneas e dicotiledôneas não gramíneaceas. Geralmente encontra-se fortemente associado à celulose por meio de ligações de hidrogênio, formando uma rede tridimensional de celulose e xiloglucano. É provavelmente o segundo mais abundante polímero na natureza, depois da celulose. É altamente solúvel em água, impedindo a formação de microfibrilas cristalinas como a celulose. Tem papel fundamental no alongamento e expansão da parede celular vegetal. Existem cinco tipos de enzimas conhecidas por serem capazes de clivar a cadeia linear do xiloglucano, a mais famosa delas sendo a xiloglucanase (XEG). As enzimas que clivam este polímero apresentam grande utilidade na degradação e conversão da biomassa lignocelulósica. O presente estudo tem como objetivo inovador a clonagem, expressão heteróloga, purificação e caracterização de uma xiloglucanase de Trichoderma longibrachiatum, microrganismo que foi isolado no campus da USPRibeirão Preto. Além disso, o perfil de hidrólise desta enzima será verificado através de HPAEC-PAD. Esta proposta está vinculada ao projeto temático "INCT do Bioetanol", coordenado pelo Prof. Dr. Marcos Silveira Buckeridge e já aprovado pela FAPESP / CNPq noinício de 2017. (AU) | |
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