| Processo: | 17/25862-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 04 de junho de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Maria de Lourdes Teixeira de Moraes Polizeli |
| Beneficiário: | Alex Graça Contato |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/07066-3 - Estudos moleculares de uma xiloglucanase de Trichoderma longibrachiatum: clonagem, expressão heteróloga, purificação e caracterização, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Enzimologia Hidrólise Biomassa lignocelulósica Xiloglucano Modelagem molecular Cana-de-açúcar |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biomassa lignocelulósica | Código Glicômico | liquenases | Modelagem molecular | xiloglucanases | xiloglucano | Enzimologia |
Resumo A biomassa lignocelulósica é constituída de três componentes principais: celulose, hemicelulose e lignina. Sua degradação e conversão são atrativas em biotecnologia. Sabe-se que, os polímeros de carboidratos da parede celular vegetal não são compostos de monossacarídeos ligados aleatoriamente, e sim por polímeros com estruturas finas e muito rigorosas. Essa estrutura complexa sugere que a parede celular poderia ter um código glicômico, que seria a última barreira para uma hidrólise eficiente da parede. Todavia, o fracionamento da parede celular não é um processo simples, porém, as enzimas microbianas podem ser a solução. O xiloglucano é a hemicelulose predominante da parede celular primária de plantas superiores e desempenha um papel fundamental durante o crescimento e a diferenciação celular. Desta maneira, as enzimas que clivam este polímero, as xiloglucanases, apresentam grande utilidade na degradação e conversão da biomassa lignocelulósica. Os ²-glucanos são os principais polissacarídeos lineares no endosperma da parede celular de cereais. Sua degradação se catalisa pelas ²-glucanases, entre elas, as liquenases. A produção de bioetanol é um processo que possui um custo relativamente alto. Nesse sentido, os fungos foram os microrganismos escolhidos neste estudo, por possuírem uma adaptação a nichos ambientais, o que incentiva a produção de diversas enzimas potencialmente úteis em aplicações industriais. O presente trabalho tem como objetivo inovador realizar a prospecção, produção, caracterização bioquímica e modelagem molecular de xiloglucanases e liquenases produzidas por fungos filamentosos com potencial para aplicação industrial. Estas enzimas farão parte de coquetéis enzimáticos que visam à degradação de material lignocelulósico proveniente de cana-de-açúcar e demais resíduos agrícolas. Esta proposta está vinculada ao projeto temático INCT do Bioetanol, coordenado pelo Prof. Dr. Marcos Silveira Buckeridge e já aprovada pela FAPESP/CNPq no início de 2017. (AU) | |
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