| Processo: | 18/25898-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Roberto do Nascimento Silva |
| Beneficiário: | Karoline Maria Vieira Nogueira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/13808-2 - Uma abordagem de engenharia do sistema de transporte de Saccharomyces cerevisiae para expandir o repertório de absorção de açúcar de uma cepa industrial empregando as tecnologias CRISPR/Cas e evolução direta., BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Engenharia genética Engenharia metabólica Saccharomyces cerevisiae Fermentação Xilose Celobiose Etanol Bagaço de cana-de-açúcar |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bagaço de cana-de-açúcar | engenharia genética | Engenharia metabólica | Etanol 2G | Saccharomyces cerevisiae | Bioquímica e Biologia Molecular de fungos |
Resumo Um dos desafios para que o etanol produzido a partir da biomassa lignocelulósica (etanol 2G) seja economicamente viável se encontra na etapa de fermentação. Saccharomyces cerevisiae, é amplamente utilizada nas usinas brasileiras para produção de etanol 1G, no entanto, para que a levedura seja empregada com sucesso na produção de grande volume de etanol 2G é necessário expandir a utilização de diferentes fontes de carbono, incluindo pentoses (como xilose), presente na biomassa lignocelulósica. Além dessa levedura não ser capaz de fermentar pentoses, em S. cerevisiae, a repressão por glicose causada pelo consumo de alta concentração desse açúcar durante o processo de fermentação resulta na inibição de outras vias metabólicas envolvidas na utilização de diferentes fontes de carbono. Um dos promissores mecanismos para burlar a repressão por glicose e, proporcionar a utilização simultânea de outras fontes de carbono, é o consumo de celobiose pela levedura. Entretanto, essa levedura não é capaz de metabolizar xilose e celobiose, além de não possuir os genes codificantes para transportadores específicos desses açúcares em seu genoma. Com o intuito de construir cepas projetas para transporte e metabolização de D-xilose e celobiose, esse projeto partirá da linhagem S. cerevisiae MEC 1133 para a inserção dos genes que codificam para o transportador Tr_69957 de Trichoderma reesei e uma ²-glicosidase intracelular de Neurospora crassa. S. cerevisiae MEC 1133 foi engenheirada para metabolização de xilose e desenvolvida a partir da cepa S. cerevisiae PE-2 - amplamente utilizada nas usinas brasileiras produtoras de etanol. Dessa forma, pretendemos obter uma cepa com maior rendimento de etanol obtido a partir do hidrolisado do bagaço de cana-de-açúcar. (AU) | |
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