| Processo: | 21/07989-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica |
| Pesquisador responsável: | Juliano Alves Bonacin |
| Beneficiário: | Cristiane Kalinke |
| Supervisor: | Craig E. Banks |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Manchester Metropolitan University (MMU), Inglaterra |
| Vinculado à bolsa: | 19/00473-2 - Desenvolvimento de biossensores eletroquímicos impressos em 3 dimensões (3D) com polímero PLA e grafeno para a determinação de biomoléculas e diagnóstico de doenças, BP.PD |
| Assunto(s): | Impressão tridimensional Dispositivos eletroquímicos Eletroanalítica Desenvolvimento de novos materiais Diagnóstico precoce Viroses |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biossensor eletroquímico | Diagnóstico precoce | Doenças virais | impressão 3D | Materiais lab-made | Eletroanalítica |
Resumo A utilização de manufatura aditiva ou impressão 3D permite o desenvolvimento de dispositivos eletroquímicos simples e de baixo custo, fabricados em laboratório, com possibilidade de modulação em diversos formatos e miniaturização, possibilitando a construção de dispositivos versáteis e portáteis. Nesse sentido, o uso de filamentos condutores tem se tornado extremamente vantajoso para a obtenção de sensores eletroquímicos. Porém, as características do sensor podem ser melhoradas fazendo filamentos em laboratório, o que permite sua modificação com uma quantidade maior de material condutor. Isso leva ao desenvolvimento de novos materiais com elevada transferência de elétrons e condutividade, menor resistividade e com capacidade de interagir e/ou imobilizar outras espécies. Este projeto visa a obtenção de novos materiais condutores, como filamentos poliméricos ou resinas, para o desenvolvimento de sensores eletroquímicos impressos em 3D. Paralelamente a isso, uma célula eletroquímica completa impressa em 3D completa será desenvolvida explorando diferentes materiais e técnicas de impressão. A imobilização de materiais biológicos na superfície do sensor, permitirá o desenvolvimento de um biossensor, que será aplicado para a detecção e diagnóstico de doenças virais emergentes, como febre amarela, dengue e COVID-19, em amostras biológicas. Portanto, espera-se obter dispositivos eletroquímicos fabricados em laboratório, portáteis e patenteáveis para o diagnóstico precoce de doenças virais. (AU) | |
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