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Oligômeros neurotóxicos do peptídeo beta-amiloide: isolamento bioquímico, estudos conformacionais e neutralização em modelos da Doença de Alzheimer

Processo:21/10925-8
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de abril de 2022
Data de Término da vigência: 31 de maio de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:Adriano Silva Sebollela
Beneficiário:Adriano Silva Sebollela
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Ribeirão Preto
Pesquisadores associados:Julio Cesar Borges ; Mychael Vinícius da Costa Lourenço
Bolsa(s) vinculada(s):23/02224-5 - Produção e purificação de fragmentos de anticorpos contra oligômeros do peptídeo beta-amiloide em E.coli, BP.TT
22/09724-0 - Oligômeros neurotóxicos do peptídeo beta-amiloide: isolamento bioquímico, estudos conformacionais e neutralização em modelos da Doença de Alzheimer, BP.TT
Assunto(s):Neurobiologia  Doenças neurodegenerativas  Doença de Alzheimer  Oligômeros  Peptídeos beta-amiloides  Neurotoxicidade  Neuroproteção  Anticorpos de cadeia única 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:beta-amilóide | conformação | Doença de Alzheimer | Irisina | oligômeros | ScFv | proteínas, neurobiologia

Resumo

O depósito de agregados proteicos anormais está associado a várias doenças neurodegenerativas. A mais prevalente delas, a doença de Alzheimer (DA), é caracterizada pelo acúmulo cerebral de agregados do peptídeo A beta. Embora a patogênese da DA não seja completamente compreendida, fortes evidências indicam que oligômeros solúveis de Abeta (AbOs) desempenham papel central na base molecular dessa demência. O objetivo principal desse projeto é contribuir para a compreensão da relação entre conformação e neurotoxicidade dos AbOs, com implicações para o tratamento da DA. Para isso, usaremos como ferramenta anticorpos artificiais do tipo scFv com alta seletividade para AbOs, chamados de NUsc's, desenvolvidos pelo nosso grupo. Usando um desses, NUsc1, desenvolvemos um ensaio para isolamento bioquímico de uma subpopulação neurotóxica de AbOs. Aplicaremos este método para estudar o estado oligomérico e a conformação dos AbOs isolados, por técnicas bioquímicas e biofísicas. Em paralelo, estudaremos o potencial de neuroproteção da combinação da neutralização de AbOs por NUsc1 ao estímulo neuroprotetor da miocina irisina, usando modelos in vitro e in vivo. Investigar novas estratégias neuroprotetoras contra a toxicidade de AbOs é importante para incrementar o benefício cognitivo nos pacientes tratados com anticorpos terapêuticos dirigidos contra agregados de Abeta, como a IgG monoclonal aducanumab, recentemente aprovada para uso clínico pelo FDA. Como desfechos desse Projeto, esperamos determinar a massa molecular (e, portanto, o estado oligomérico) e detalhes conformacionais de AbOs tóxicos, e contribuir para o desenvolvimento de abordagens terapêuticas mais eficientes contra a perda cognitiva em pacientes com a doença de Alzheimer. (AU)

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