| Processo: | 22/14196-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Celular |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Mauricio Xavier Leão |
| Beneficiário: | Ricardo Mauricio Xavier Leão |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Lucila Leico Kagohara Elias |
| Assunto(s): | Eletrofisiologia Neurônios Canais de potássio sensíveis a ATP Canais iônicos Técnicas de Patch-Clamp Potenciais de ação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | canais de potássio sensiveis a ATP | canais iônicos | Eletrofisiologia | neurônio | patch-clamp | Potenciais de ação | Eletrofisiologia de neurônios |
Resumo
Os canais de potássio sensíveis ao ATP (KATP) pertencem à família de canais Kir6 (subunidades Kir6.1 e Kir6.2) e tradicionalmente ligam o estado de energia da célula ao potencial de membrana. Sua função é bem caracterizada nas células beta pancreáticas, participando da secreção de insulina e nos neurônios hipotalâmicos que participam da regulação da glicemia e do metabolismo energético, mas estão presentes em diversas regiões do sistema nervoso central sem relação com o controle do metabolismo energético e manutenção da glicemia. Recentemente identificamos canais KATP em neurônios de duas regiões do tronco encefálico, no núcleo do trato solitário (NTS) e no núcleo coclear dorsal (DCN), onde controlam fortemente o potencial de membrana desses neurônios e a excitabilidade celular mesmo sob condições normoglicêmicas. Neste projeto pretendemos investigar mais detalhadamente como o estado de energia celular e a atividade neuronal modulam a atividade desses canais nesses neurônios afetando a excitabilidade neuronal. Utilizaremos diferentes concentrações de glicose, inibidores metabólicos e aumento da atividade neuronal e correlacionaremos com a abertura ou fechamento desses canais e sua influência no potencial de membrana. Dessa forma, pretendemos entender melhor as funções desses canais nos neurônios em resposta ao estado de energia celular, além de suas funções tradicionais na regulação da glicemia. Nossos resultados futuros iluminarão novas funções fisiológicas desses canais com perspectivas para sua manipulação em situações de desequilíbrio energético. (AU)
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