| Processo: | 18/08170-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Marcia Regina Braga |
| Beneficiário: | Marcia Regina Braga |
| Instituição Sede: | Instituto de Botânica. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Aleloquímicos Alelopatia Germinação Mimosina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aleloquímicos | espécie invasora | espécies agronômicas | exsudados de sementes | Germinação | mimosina | Alelopatia |
Resumo
Em condições laboratoriais, testamos o potencial fitotóxico de lixiviados de sementes de L. leucocephala de 1 a 5 dias após o início da embebição na germinação e crescimento de plântulas de tomateiro (Solanum lycopersicum L.) e arroz (Oryza sativa L.). A composição química dos lixiviados de sementes de L. leucocephala também foi determinada. Os lixiviados das sementes de L. leucocephala não afetaram a germinação, enquanto os comprimentos de raízes e parte aérea foram significativamente reduzidos. No início da embebição mimosina, ácido abscísico, açúcares, compostos fenólicos, proteínas e aminoácidos foram encontrados em lixiviados de sementes de L. leucocephala. A mimosina mostrou maior ação inibidora do crescimento de mudas de tomate quando comparadas as de arroz. A presença de mimosina nos lixiviados das sementes poderia explicar a alta toxicidade do L. leucocephala no desenvolvimento das culturas avaliadas. (AU)
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