| Processo: | 17/50147-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | University of Melbourne |
| Proposta de Mobilidade: | SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade |
| Pesquisador responsável: | Ary Serpa Neto |
| Beneficiário: | Ary Serpa Neto |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Rinaldo Bellomo |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Melbourne , Austrália |
| Instituição Sede: | Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 16/16339-5 - Avaliação da via da necroptose em paciente com sepse., AP.R |
| Assunto(s): | Sepse Apoptose Degradação necrótica do DNA Sangue periférico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Medicina |
Resumo
A sepse, uma resposta inflamatória sistêmica aguda, é um quadro grave, levando a óbito em aproximadamente 30% dos casos. Apesar das descobertas recentes, os mecanismos envolvidos na iniciação e na progressão da sepse ainda não foram completamente elucidados, dificultando seu tratamento. Uma das características presentes durante o quadro é a morte massiva de células do sistema imune. A necroptose, uma via de morte celular recentemente descoberta, tem alto potencial inflamatório e já foi envolvida em diversas patologias que concorrem com inflamação e infecção. Em modelos animais de sepse, camundongos deficientes em componentes da via de necroptose ou tratados com inibidores farmacológicos contra esta via apresentaram menor mortalidade e menor número e intensidade de disfunções orgânicas, indicando que a necroptose contribui para os efeitos deletérios desta condição. Até o presente momento, porém, nenhum estudo avaliou a associação entre a via de necroptose e sepse em seres humanos. Nós aventamos a hipótese de que a necroptose pode contribuir para a inflamação, destruição celular e disfunção orgânica em pacientes com sepse. Desta forma, o objetivo deste presente projeto colaborativo é investigar se há um aumento nos níveis de necroptose em células do sangue periférico de pacientes com sepse comparado a pacientes controles internados na UTI e analisar se a intensidade da ativação desta via de morte celular se correlaciona com a gravidade da doença. (AU)
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