| Processo: | 18/07009-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Maria Helena Iha Matias |
| Beneficiário: | Maria Helena Iha Matias |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/04764-1 - Qualidade de especiarias da região nordeste do estado de São Paulo, BP.TT |
| Assunto(s): | Especiarias Controle da qualidade Histologia Microscopia Corantes Micotoxinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | controle de qualidade | Corantes | Especiarias | Histologia | Micotoxinas | microscopia | Controle de qualidade |
Resumo
Com o aumento do interesse em usar ingredientes naturais em alimentos, as especiarias são fortes candidatas a substituírem os aditivos artificiais. Porém, estes produtos podem estar contaminados com micotoxinas e/ou matérias estranhas e podem estar fraudadas com farinhas, fubá, corantes, entre outros, pois, são produtos de alto valor comercial. Com isto torna-se importante o estudo destes produtos. Os objetivos deste projeto são estudar 6 especiarias, comumente utilizada na culinária brasileira, cúrcuma (Curcuma longa L. e Curcuma domestica Valenton), colorífico (urucum, Bixa orellana L.), gengibre (Zingiber officinale Roscoe), noz-moscada (Myristica fragrans Houtt), páprica (Capsicum annuum L.) e pimenta preta (Piper nigrum L.): (1) desenvolvimento e/ou adaptação e validação de métodos para análise de aflatoxinas e ocratoxina A nas especiarias; (2) avaliação da qualidade das especiarias consumidas na região nordeste do estado de São Paulo, com relação a incidência de ocratoxina A e aflatoxinas; (3) desenvolvimento e/ou adaptação e validação de métodos para análise de corantes nas especiarias estudadas que apresentam cor: cúrcuma, colorífico e páprica; (4) adaptar método de análise microscópica para minimizar uso de solvente; (5) determinar o nível de contaminação por matérias estranhas presentes nas especiarias (6) elaborar um manual técnico ou atlas ilustrativo com imagens e descrições das principais características dos contaminantes encontrados neste estudo; (7) verificar a adulteração através da identificação dos elementos histológicos próprios ou os estranhos e através da análise da presença e quantificação de corantes nas especiarias coloridas; (8) elaborar um manual técnico ou atlas ilustrativo com imagens dos elementos histológicos das especiarias que serão estudadas. (AU)
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