| Processo: | 17/25056-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia |
| Acordo de Cooperação: | Secretaria de Governo do Estado de São Paulo |
| Pesquisador responsável: | André César Martins Cavalheiro |
| Beneficiário: | André César Martins Cavalheiro |
| Empresa: | ACMC Tecnologia e Serviços Ltda |
| CNAE: |
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
|
| Pesquisadores associados: | Tarcísio Fernandes Leão |
| Assunto(s): | Circulação sanguínea Sistema cardiovascular Simulação por computador Dispositivo de assistência circulatória Bombas de infusão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bomba de sangue | Circulação sanguínea | Controle Seguro | Dispositivo de Assistência Ventricular | Simulação por computador | Sistema cardiovascular | Dispositivo de Assistência Ventricular ou Coração Artificial |
Resumo
Os Dispositivos de Assistência Ventricular (DAV) usados para terapia de destino devem apresentar um elevado nível de segurança, pois, caso haja falha, o risco de morte é iminente. Por sua vez, esse tipo de dispositivo deve apresentar um elevado índice de autonomia, já que as características comportamentais e fisiológicas de um paciente estão em constante mudança e afetam diretamente o modo como deve ocorrer a interação entre o DAV e o sistema cardiovascular do paciente. Sendo assim, há uma necessidade premente de aprimoramento do projeto de sistemas de controle de DAVs autônomos e seguros. Portanto, o objetivo principal deste trabalho é a proposta de um Sistema de Controle que seja capaz de acionar um motor elétrico sem escova de um DAV totalmente implantável de maneira autônoma e segura. Para isso, a proposta do presente trabalho consiste em aplicar conceitos mecatrônicos para o projeto de um sistema de controle de DAVs. Considerando a natureza dos sinais que indicam a ocorrência de falhas, serão utilizadas ferramentas de análise de risco e técnicas de diagnóstico e tratamento de falhas para a obtenção de modelos de controle ao desenvolver uma arquitetura de controle segura de forma modular e distribuída. A análise e validação da arquitetura de controle será feita a partir de ensaios in vitro utilizando técnicas de análise por simulação e ferramentas computacionais adequadas, além de testes em simuladores cardiovasculares físicos que emulam interação com o sistema circulatório humano. Desta forma, pretende-se obter como resultado, um sistema de controle autônomo e seguro que atenda normas técnicas aderentes a esse assunto e os rigorosos requisitos de projeto impostos a essa classe de sistema. (AU)
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