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Ajustamento por feixe de raios de uma câmara espectral de tempo-sequencial usando modelos polinomiais

Processo: 19/13835-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de agosto de 2019 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geodésia
Pesquisador responsável:Adilson Berveglieri
Beneficiário:Adilson Berveglieri
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Fotogrametria 

Resumo

Atualmente, câmaras hiperespectrais leves, baseadas na geometria de quadro, têm sido usadas para diversas aplicações com drones. A câmera usada nesta investigação é baseada em um interferômetro Fabry-Perot (FPI) sintonizável e trabalha com o princípio sequencial de tempo para a aquisição de bandas espectrais. Devido a esta característica, ao coletar imagens em movimento, hipercubos são gerados com bandas não registradas e, consequentemente, as bandas individuais em cada hipercubo possuem diferentes parâmetros de orientação externa (POEs), que devem ser estimados por um procedimento de orientação de imagem. O objetivo deste estudo foi desenvolver uma abordagem para o ajuste de blocos de imagens usando modelos polinomiais dependentes de tempo para a orientação simultânea de todas as bandas. O procedimento consiste em usar um número mínimo de bandas para estimar os parâmetros polinomiais. A partir desses parâmetros polinomiais estimados, os POEs (posição e atitude) da demais bandas podem ser determinados. Em testes com reprojeção de pontos do terreno para as bandas interpoladas, o erro médio foi menor que um pixel, o que indica um alto potencial para a geração de ortomosaicos. A técnica polinomial também foi comparada com um ajustamente em bloco de imagens convencional. As discrepâncias avaliadas nos pontos de verificação indicaram um erro similar para ambas as técnicas, que foram aproximadamente menores que o tamanho do pixel em planimetria e menos de 2,8 vezes o tamanho do pixel em altura. Logo, os resultados mostraram que a orientação da banda espectral pode ser realizada com a técnica proposta, assumindo-se que a trajetória no cubo pode ser modelada com o modelo polinomial, o que reduz a carga de trabalho e fornece a mesma precisão que um ajustamento convencional com todas as bandas. (AU)