| Processo: | 19/17318-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Patricia Helen de Carvalho Rondó |
| Beneficiário: | Patricia Helen de Carvalho Rondó |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Gabriel da Rocha Fernandes |
| Assunto(s): | Nutrição Gestantes Microbiota Vagina Aborto Recém-nascido de baixo peso Recém-nascido prematuro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aborto | baixo peso ao nascer | gestante | Microbiota vaginal | prematuridade | restrição de crescimento intrauterino | Nutrição |
Resumo
A microbiota, ou comunidades de bactérias que vivem dentro e sobre o corpo humano, é cada vez mais reconhecida por desempenhar um papel na fisiologia e saúde humana. Sabe-se agora, por exemplo, que as bactérias que colonizam a vagina ajudam na defesa contra infecções oportunistas e na homeostase do nicho vaginal. A ausência de homeostase vaginal (disbiose) pode levar à infecção e predispor as gestantes a resultados reprodutivos adversos. Ao mesmo tempo, uma variação considerável na microbiota vaginal tem sido documentada entre as populações, e essa variação pode também influenciar a reprodução e a saúde. Apesar das evidências de tais associações se acumularem na literatura, poucos estudos relevantes foram realizados na América do Sul, incluindo o Brasil. Como parte de um projeto temático em andamento financiado pela FAPESP, propomos recrutar 100 gestantes adultas com d18 semanas de gestação de 33 unidades básicas de saúde em Araraquara, SP. Coletaremos amostras vaginais dos participantes em três momentos da gestação (d18, 20-26, 30-36 semanas) para modelar a composição da comunidade microbiana vaginal e sua variação ao longo da gestação. Além de caracterizar a microbiota vaginal de mulheres brasileiras grávidas, o sequenciamento 'next-generation' do gene RNA ribossômico 16S e a análise de bioinformática serão usados para testar associações entre a microbiota e o nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e restrição de crescimento intra-uterino. Os dois últimos resultados permanecem criticamente pouco estudados neste contexto. Também avaliaremos os efeitos dos fatores sociodemográficos, de estilo de vida, e clínicos/reprodutivos dos participantes na microbiota vaginal, a fim de identificar possíveis fatores de risco para alterações microbianas associadas a resultados adversos da gestação. (AU)
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