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Desenvolvimento de sensores ópticos para diagnóstico da reatividade microvascular em pacientes com COVID-19 e outras doenças respiratórias graves

Processo: 20/12193-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas
Vigência: 01 de março de 2021 - 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Rickson Coelho Mesquita
Beneficiário:Rickson Coelho Mesquita
Instituição-sede: Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Antonio Luis Eiras Falcão ; Leandro Utino Taniguchi ; Ligia dos Santos Roceto Ratti ; Rodrigo Menezes Forti
Bolsa(s) vinculada(s):22/02892-5 - Validação de um protocolo de oclusão vascular em pacientes com síndrome de desconforto respiratório agudo (SDRA) usando sensores ópticos, BP.TT
22/01616-4 - Coleta e análise de dados para validação de um sensor óptico em pacientes com Síndrome de Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) no HC/UNICAMP, BP.TT
22/01870-8 - Coleta e análise de dados para validação de um protocolo visando a quantificação do tempo de trânsito em pacientes com Síndrome de Desconforto Respiratório Agudo, BP.TT
22/01083-6 - Coleta e análise de dados para validação clínica de um sensor óptico em pacientes diagnosticados com COVID-19 durante a fase subaguda, BP.TT
21/07103-6 - Validação de um protocolo de oclusão vascular em pacientes com síndrome de desconforto respiratório agudo (SDRA) usando sensores ópticos, BP.TT
Assunto(s):Infecções por Coronavirus  COVID-19  SARS-CoV-2  Síndrome do desconforto respiratório agudo  Instrumentação biomédica  Espectroscopia óptica de difusão  Monitorização ambulatorial 

Resumo

A pandemia da COVID-19 tem desencadeado uma busca por intervenções adjuvantes e de suporte que possam melhorar os resultados clínicos dos pacientes infectados. Durante a fase aguda, a apresentação clínica da doença varia desde quadros assintomáticos até pneumonia grave. A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) é a principal complicação nos casos críticos agudos, o que muitas vezes leva à necessidade de ventilação mecânica e é responsável por mais de 90% dos óbitos. Depois da fase aguda, a evolução clínica no médio e longo prazo ainda pode deixar sequelas funcionais e afetar a qualidade de vida dos sobreviventes. As sequelas de longo prazo na fase subaguda e crônica ainda são pouco compreendidas devido ao pouco tempo de existência da doença. Tanto na fase aguda quanto na fase crônica, no entanto, a informação da oxigenação do tecido pode ser muito útil para compreender a evolução clínica da doença e prognosticar desfechos em pacientes infectados. Neste contexto, o presente projeto visa desenvolver tecnologias inovadoras, portáteis, escaláveis, confiáveis e baratas que possam quantificar a oxigenação do tecido a partir de métodos de espectroscopia óptica de difusão. Os dispositivos serão testados em protocolos clínicos específicos para cada fase da doença, o que permitirá relacionar o prognóstico dos pacientes com distúrbios na microcirculação sanguínea. Consequentemente, espera-se que a tecnologia desenvolvida leve a uma maior otimização dos recursos destinados ao tratamento e à monitoração dos pacientes, o que deverá impactar a qualidade de vida dos sobreviventes - além de diminuir a mortalidade e diminuir os custos do sistema de saúde relacionados com morbidades decorrentes da COVID-19. (AU)

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