| Processo: | 20/12501-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2023 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Fabio Roberto Passador |
| Beneficiário: | Fabio Roberto Passador |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Gilmar Patrocínio Thim ; Larissa Stieven Montagna ; Mirabel Cerqueira Rezende |
| Assunto(s): | Materiais compósitos poliméricos Materiais híbridos Embalagens antiestáticas Carbono vítreo Nanoplacas de grafeno Biodegradação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biodegradação | Carbono Vítreo | compósitos híbridos | Embalagem antiestática | Nanoplacas de Grafeno | PLA e PHBV | Compósitos Poliméricos |
Resumo
Embalagens antiestáticas são utilizadas para proteção de componentes eletrônicos contra danos causados por descargas eletrostáticas devendo, portanto, apresentar uma resistividade elétrica suficientemente baixa. Com a crescente demanda desses componentes ocorre um crescente aumento de resíduos poliméricos que são, muitas vezes, descartados de maneira inadequada no meio ambiente. Visando a diminuição desses resíduos, biopolímeros e polímeros biodegradáveis entram nesse cenário como solução para esse problema. Dentre os diversos biopolímeros existentes, destacam-se o poli (ácido láctico) (PLA) e poli (3-hidroxibutirato-co-3-hidroxivalerato) (PHBV), ambos de origem renovável e biodegradáveis. Entretanto, esses polímeros apresentam elevada resistividade elétrica, propriedade que impede seu uso para a produção de embalagens antiestáticas sendo necessário a adição de agentes antiestáticos. Uma forma é por meio da adição de materiais carbonosos que são condutores elétricos, como nanotubos de carbono (NTC), negro de fumo (NF), carbono vítreo (CV) e nanoplacas de grafeno (GNP). Neste contexto, compósitos híbridos de matrizes de poliésteres biodegradáveis (PLA, PHBV e blendas de PLA/PHBV) com adição de diferentes teores de CV e GNP serão preparados em uma extrusora de rosca dupla seguido de conformação de corpos de prova padronizados por moldagem por injeção e produção de filmes finos, com o intuito de avaliar a biodegradabilidade, propriedades mecânicas, térmicas e elétricas visando à obtenção de embalagens antiestáticas e biodegradáveis. (AU)
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