| Processo: | 21/00561-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Música |
| Pesquisador responsável: | Rogério Luiz Moraes Costa |
| Beneficiário: | Rogério Luiz Moraes Costa |
| Instituição Sede: | Escola de Comunicações e Artes (ECA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Sonologia Orquestras Improvisação (música) Criação coletiva Resistência Micropolítica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Agenciamento | corpo e desejo | criação musical coletiva e colaborativa | escuta | improvisação musical | insurgência e micropolítica | Orquestra Errante | resistência | Sonologia |
Resumo
Nesse projeto me proponho a dar continuidade às minhas pesquisas sobre a improvisação e sobre as práticas coletivas de criação musical, desta vez com foco nas atividades de um grupo que coordeno há mais de 10 anos na ECA/USP: a Orquestra Errante. Vale ressaltar que a Orquestra tem sido, durante todos esses anos, um dos meus principais campos de investigação sobre o tema da improvisação. No entanto, o grupo nunca havia sido o foco das minhas investigações. Nesse projeto pretendo investigar a dimensão micropolítica das atividades desenvolvidas pela Orquestra pensadas enquanto forma de resistência às capturas do desejo empreendidas pelo capitalismo. Nesse sentido, relaciono os agenciamentos que ocorrem no ambiente criativo da Orquestra Errante às estratégias de insurgência propostas pela psicanalista Suely Rolnik (ROLNIK, 2019) contra o que ela chama de patologias do regime colonial capitalista. Um exame detalhado dos agenciamentos deste laboratório de criação e improvisação revelam modos de cooperação micropolítica que estabelecem uma pragmática clínico-estético-política entre seus membros que funciona como uma espécie de antídoto contra a corrupção do desejo empreendido pela macro e micropolítica do capitalismo contemporâneo, aqui pensado como uma espécie de agenciamento totalitário. Essa temática tem sido abordada por mim em vários artigos e textos publicados em livros e revistas (COSTA, R.L.M, 2021; BONAFÉ, V; COSTA, R.L.M. 2020; COSTA, R.L.M., 2020; COSTA, R.L.M., 2019 e COSTA, R.L.M., 2017). A ideia é aprofundar e sistematizar essas investigações anteriores. (AU)
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