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Mecanismos centrais de amplificação da dor em pacientes com dor miofascial orofacial crônica: explorando novas potencialidades da análise somatossensorial e neurofisiológica

Processo: 19/15826-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de junho de 2022 - 31 de maio de 2027
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Yuri Martins Costa
Beneficiário:Yuri Martins Costa
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesq. associados: Peter Svensson
Assunto(s):Dor facial  Disfunção temporomandibular  Dor crônica  Piscadela  Hiperalgesia  Capsaicina  Anestesia local  Medicina de precisão 

Resumo

A interpretação clínica dos mecanismos centrais de amplificação da dor é mais desafiadora para as dores crônicas musculoesqueléticas em comparação com dores crônicas que acometem os tecidos mais superficiais, o que demanda investigações que busquem maneiras de caracterizar com mais detalhes os mecanismos da dor subjacentes. Assim, o objetivo primário desse estudo é avaliar o efeito da hiperalgesia secundária induzida por capsaicina e da anestesia local na modulação do perfil somatossensorial e na excitabilidade das vias nociceptivas trigeminais em pacientes com dor miofascial orofacial crônica. A primeira etapa envolve a determinação de valores de referência em que serão avaliados 120 adultos saudáveis. As seguintes variáveis serão coletadas: perfis somatossensoriais bilaterais das regiões do masseter e face volar do antebraço e c) amplitude, latência e habituação do reflexo de piscar nociceptivo. Já a segunda etapa será composta por um estudo caso-controle em que serão avaliados pacientes com dor miofascial orofacial crônica (n = 78) e uma amostra de controles (n = 33). As mesmas variáveis da primeira etapa serão coletadas sob o efeito de anestesia local (creme de lidocaína 4% e injeção intramuscular de lidocaína 2% sem vasoconstritor no masseter) e creme de capsaicina 1%. Diferenças absolutas nos escores Z (calculados a partir dos valores de referência da primeira etapa) entre a sessões de modulação e os valores basais serão consideradas para identificar subgrupos de pacientes de acordo com a resposta modulatória da anestesia local e capsaicina no perfil somatossensorial e neurofisiológico. Uma vez determinados os possíveis subgrupos de pacientes, as distribuições de frequências dos perfis somatossensoriais e neurofisiológicos encontrados entre os pacientes e o grupo controle serão analisadas pelo teste X2 para homogeneidade. (AU)

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