Resumo
O sucesso evolutivo de uma linhagem pode ser medido por sua diversidade morfológica (disparidade). Porém, evolução fenotípica, disparificação incluída, depende de diversos fatores, como modularidade e integração. A interação entre integração e modularidade coordena os limites da variação morfológica ao longo da evolução e pode, por exemplo, restringir ou facilitar a diversificação morfológica a partir de oportunidades ecológicas, como as presentes em um novo bioma. Entretanto, ainda não está claro como modularidade e integração, disparidade e transições afetaram a evolução das plantas. Aqui propomos usar o gênero Mimosa (Fabaceae) como um modelo para responder como variações em padrões de integração e modularidade modelaram a evolução morfológica vegetal, em particular frente à eventos de transição de bioma. Ao responder essa pergunta, produziremos conhecimento inédito sobre evolução de plantas, além de promover avanços metodológicos. Para isso, inferiremos uma nova hipótese filogenética e compilaremos um conjunto abrangente de dados morfológicos para o grupo de estudo, os quais embasarão análises comparativas de padrões de disparidade e modularidade. Nossa abordagem criará uma linha de pesquisa inédita no Brasil, unindo filogenia, integração e modularidade, e disparidade de plantas. Essa linha estabelecerá uma rede de colaboração em escala regional, nacional e internacional, bem como formará novos profissionais graduados e pós-graduados. Por fim, promoveremos nossas descobertas junto ao grande público. (AU)
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