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Evolução craniana dos Xenarthra (Mammalia): modularidade e suas consequências evolutivas na diversificação morfológica

Processo: 12/24937-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2013
Vigência (Término): 29 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia
Pesquisador responsável:Gabriel Henrique Marroig Zambonato
Beneficiário:Alex Christian Rohrig Hubbe
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/14295-7 - Modularidade e suas consequências evolutivas, AP.TEM
Assunto(s):Genética quantitativa

Resumo

Os Xenarthra correspondem a um dos quatro clados principais de mamíferos eutérios. Estudos lidando com essa magnaordem são volumosos e diversificados, abrangendo questões como ecologia, medicina, fisiologia, evolução, entre outros. Referente à evolução do grupo, pouco se sabe sobre os processos envolvidos na diversificação morfológica e as consequências evolutivas da arquitetura genética de cada gênero na evolução de seus fenótipos. Qual a importância das restrições geradas pela organização modular craniano na diversificação morfológica dos Xenarthra? Qual o papel do tamanho corporal na estruturação modular dessa magnaordem? Como as linhas de menor resistência evolutiva influiram na evolução morfológica do grupo? Aplicando técnicas da genética quantitativa, este projeto tem por objetivo responder às questões elencadas acima. Para tanto, será utilizado como modelo de estudo o crânio destes animais e os dados serão obtidos de um banco composto por medidas lineares de 2667 espécimes, representando 12 dos 14 gêneros atuais e sete dos diversos gêneros extintos. A partir da equação da resposta multivariada à seleção (”z = P ²) e da utilização de vetores aleatórios de gradientes de seleção (²), uma série de estatísticas serão computadas para compreender como a matriz de variância/covariância fenotípica (P) restringe a capacidade de resposta evolutiva nas médias dos caracteres (”z) em função das pressões seletivas (²). Também serão derivadas métricas para avaliar se a evolução morfológica entre as linhagens ocorreu sobre a linha de menor resistência evolutiva e se essas linhas influiram na velocidade e na quantidade de mudanças morfológicas observadas. Com este projeto pretende-se contribuir com o crescente acúmulo de conhecimento sobre a evolução morfológica dos mamíferos como um todo.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ASSIS, A. P. A.; PATTON, J. L.; HUBBE, A.; MARROIG, G. Directional selection effects on patterns of phenotypic (co)variation in wild populations. PROCEEDINGS OF THE ROYAL SOCIETY B-BIOLOGICAL SCIENCES, v. 283, n. 1843 NOV 30 2016. Citações Web of Science: 4.
HUBBE, ALEX; MELO, DIOGO; MARROIG, GABRIEL. A case study of extant and extinct Xenarthra cranium covariance structure: implications and applications to paleontology. PALEOBIOLOGY, v. 42, n. 3, p. 465-488, SUM 2016. Citações Web of Science: 3.
HUBBE, MARK; STRAUSS, ANDRE; HUBBE, ALEX; NEVES, WALTER A. Early South Americans Cranial Morphological Variation and the Origin of American Biological Diversity. PLoS One, v. 10, n. 10 OCT 14 2015. Citações Web of Science: 10.

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