| Processo: | 10/52369-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Quantitativa |
| Pesquisador responsável: | Gabriel Henrique Marroig Zambonato |
| Beneficiário: | Ana Paula Aprígio Assis |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 12/00852-4 - Estudo de mudanças morfológicas e processos evolutivos na comunidade de mamíferos do projeto Grinnell, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Deriva genética Evolução morfológica Projeto Grinnell Mamíferos Seleção natural |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Deriva Genetica | Evolucao Morfologica | Genetica Quantitativa | Mamiferos | Projeto Grinnell | Selecao Natural |
Resumo Ao se estudar evolução morfológica três aspectos importantes devem ser levados em consideração na evolução de um grupo: 1 - o padrão de integração (ou como os caracteres estão conectados); 2 - a magnitude de integração (a intensidade das conexões) e 3 - as conseqüências evolutivas dos padrões e magnitudes de integração para a evolução da morfologia do grupo. Estudos mostraram que durante a evolução dos crânios de vários grupos de mamíferos, os padrões de integração não mudaram, ou mudaram pouco, ao longo da filogenia. Já as magnitudes de integração são muito mais variáveis mudando até em grupos próximos filogeneticamente. Além disso, estudos mostraram que a evolução craniana em primatas Neotropicais foi principalmente direcionada pela seleção natural, relacionada ao tamanho e que a quantidade e o ritmo das mudanças morfológicas foram influenciadas pelas linhas de menor resistência evolutiva (LMRE). Dentro deste contexto, o presente estudo visa analisar a evolução da morfologia craniana de duas séries temporais de diferentes táxons de mamíferos (cerca de 80-100 anos de diferença entre as duas séries). Serão analisados mudanças nos padrões de variância e covariância fenotípica ao longo do tempo, assim como mudanças nas magnitudes de integração morfológica, e também os mecanismos evolutivos (deriva genética/seleção natural) responsáveis pelas possíveis mudanças nas médias dos caracteres entre os dois períodos, e a potencial influência das linhas de menor resistência evolutiva (LMRE) na evolução dos diferentes táxons. (AU) | |
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