| Processo: | 22/15211-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica |
| Pesquisador responsável: | Éder Tadeu Gomes Cavalheiro |
| Beneficiário: | Éder Tadeu Gomes Cavalheiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Ana Paula Garcia Ferreira ; Carla Cristina Schmitt Cavalheiro ; Rafael Martos Buoro |
| Assunto(s): | Nanoestruturas de carbono Nanopartículas metálicas Sensores remotos Eletroanalítica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | eletrodos compósitos | Nanoestruturas de Carbono | nanopartículas metálicas | Sensores Remotos | Eletroanalítica |
Resumo
O desenvolvimento de eletrodos alternativos ao mercúrio assume importância significativa, considerando o seu uso em regiões de potenciais mais negativos, nos quais este metal se oxida, assim como as restrições quanto à sua toxicidade. Os eletrodos de carbono são uma alternativa de destaque, considerando as diferentes formas em que esse elemento se apresenta e sua versatilidade como material de eletrodo. Recentemente, tanto na literatura especializada, como nos trabalhos apesentados em congressos relevantes, como por exemplo o Congresso da International Society of Electrochemistry (ISE), Simpósio Ibero-Americano de Eletroquímica (SIBAE) e o Simpósio Brasileiro de Eletroquímica e Eletroanalítica (SIBEE), em suas últimas edições, deixam claro que há forte tendência na modificação de superfícies eletródicas com nanoestruturas de carbono e nanopartículas metálicas no sensoriamento eletroquímico dos mais diversos analitos de interesse ambiental, farmacêutico e tecnológico, de maneira geral. Além disso temos a tendência aos sensores remotos e vestíveis, que podem ser preparados com compósitos de carbono, desde que flexíveis. Nosso grupo vem se dedicando, há 20 anos, ao desenvolvimento de eletrodos compósitos à base de grafite e polímeros (poliuretana de origem vegetal, borracha de silicone e resinas epóxi comerciais), com notável sucesso em várias aplicações, como na determinação de fármacos e íons metálicos em diferentes amostras. Essas estratégias analíticas envolvem técnicas como voltametria cíclica, de pulso diferencial e de onda quadrada, além de detecção amperométrica em fluxo. Nesta proposta, pretende-se dar continuidade a esses trabalhos, promovendo a modificação das matrizes eletródicas com novas nanoestruturas de carbono (acetylen black e carbon black), nanopartículas metálicas visando melhorar sua sensibilidade, paralelamente ao desenvolvimento de eletrodos compósitos de dimensões reduzidas, buscando apresentar os materiais de eletrodo em novas formas físicas e visando sua aplicação na determinação de íons metálicos em amostras ambientais e meio não-aquoso (etanol combustível), fármacos em formulações farmacêuticas e amostras biológicas. Outra estratégia de preparo dos eletrodos, na forma de eletrodos e impressos sobre suportes flexíveis, deverá ser efetuada e os eletrodos resultantes, modificados ou não, serão testados quando à sua aplicabilidade nos analitos descritos acima. (AU)
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