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Bioprospecção de potenciais agentes neuroprotetores purificados de peçonhas de aranhas e serpentes em camundongos da cepa 3xTg-AD - um modelo da doença de Alzheimer.

Processo:25/10558-6
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de outubro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2027
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Wagner Ferreira dos Santos
Beneficiário:Wagner Ferreira dos Santos
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Ribeirão Preto
Assunto(s):Doença de Alzheimer  Venenos de origem animal  Toxicologia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:B | Camundongo 3xTg-AD | Doença de Alzheimer | jaracussu toxinas | Migalina | Parawixinas | Peçonha | Toxinologia

Resumo

As peçonhas representam um arsenal bioquímico sofisticado, fruto de milhões de anos de evolução, e abrigam uma notável diversidade de moléculas com alto potencial bioativo. Esses compostos naturais têm se destacado tanto como candidatos promissores a novos fármacos quanto como ferramentas valiosas para a investigação farmacológica. Neste projeto, exploramos o potencial neuroprotetor e antiamiloide de acilpoliaminas como a Parawixina10 (Pwx10) e a Migalina, isoladas de aranhas, além de peptídeos e proteínas derivados de peçonhas de serpentes. A estratégia experimental envolve ensaios in vitro de agregação com tioflavina T, para detecção de fibrilas de A¿, testes de viabilidade celular com a linhagem diferenciada SH-SY5Y. Ademais de experimentação in vivo com camundongos triplo-transgênicos para Doença de Alzheimer (3xTg-AD), submetidos a avaliações comportamentais no Labirinto em Cruz Elevado e no Teste de Reconhecimento de Objeto. Também serão realizados experimentos para avaliação da integridade do tecido nervoso sob a ação dessas moléculas. Este estudo é pioneiro na prospecção de compostos neuroativos derivados de toxinas animais voltados ao tratamento de doenças neurodegenerativas e destaca a urgência da conservação da biodiversidade como um recurso estratégico para a Biologia Translacional. Com este projeto, nosso laboratório dá um salto de qualidade nas abordagens comparativas entre espécies (cross-species), ao incorporar um modelo genético de alta relevância para o estudo de doenças neurodegenerativas. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
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