| Processo: | 25/25330-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2027 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Proposta de Mobilidade: | SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade |
| Pesquisador responsável: | Clarissa Ribeiro Reily Rocha |
| Beneficiário: | Clarissa Ribeiro Reily Rocha |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Jose Pedro Friedmann Angeli |
| Instituição Parceira no exterior: | Julius-Maximilians-Universität Würzburg (JMU) , Alemanha |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 22/03130-1 - O papel das vias da autofagia e NRF2 na ferroptose, AP.PNGP.PI |
| Assunto(s): | Morte celular Neoplasias Oncologia Ferroptose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer | cell death | Ferroptose | Iron Methabolism | Irp2 | Oncologia |
Resumo
O câncer continua sendo uma das principais causas de morte em todo o mundo, apesar dos avanços terapêuticos, com a resistência aos medicamentos representando um desafio significativo. A ferroptose, um tipo distinto de morte celular marcada pela redução da atividade da GPX4 e acúmulo de hidroperóxidos de fosfolipídios, oferece uma estratégia alternativa potencial para o tratamento de malignidades resistentes à apoptose. Esse mecanismo é desencadeado pelo acúmulo de ferro por meio da reação de Fenton, levando à ruptura da membrana celular. A heme oxigenase-1 (HMOX1) é essencial na geração de Fe(II), e a hemina é conhecida por regular positivamente a HMOX1, aumentando a sensibilidade à ferroptose. O IRP2 é um dos principais agentes envolvidos na regulação da homeostase do ferro. Nesse sentido, o projeto atual visa identificar novos alvos regulados por IRP2 que influenciam a sensibilidade à ferroptose usando a triagem CRISPR de todo o genoma em colaboração com um renomado grupo da Universidade de Würzburg, Alemanha. Ao integrar expertise complementar em biologia do câncer, regulação redox e morte celular, esta colaboração fortalecerá a pesquisa em andamento, avançando nossa compreensão de como os genes controlados por IRP2 influenciam a morte celular ferroptótica. Em última análise, espera-se que o conhecimento gerado por este projeto oriente o desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais eficazes para pacientes com câncer. (AU)
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