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Planos básicos rigorosos como táxons terminais: uma demonstração em Gastropoda (Mollusca), com foco em Caenogastropoda.

Processo:26/06718-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Data de Início da vigência: 01 de junho de 2026
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2026
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Luiz Ricardo Lopes de Simone
Beneficiário:Luiz Ricardo Lopes de Simone
Instituição Sede: Museu de Zoologia (MZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Vinculado ao auxílio:23/11780-9 - Filogenia molecular de gêneros de gastropodes de ambientes em degradação: Thaisella Clench, 1947 e Megalobulimus Miller, 1878 (Caenogastropoda e Heterobranchia) para desvendar suas complexidades taxonômicas., AP.R
Assunto(s):Zoologia (classificação)  Evolução animal  Análise cladística  Zoologia  Divulgação 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Cladistica | Divulgação | Evolução animal | Filogenia teórica | Taxonomia Animal | Zoologia | Zoologia

Resumo

Apesar de ser amplamente discutido, o uso de planos básicos (ou padrões básicos) como terminais em análises filogenéticas frequentemente enfrenta viés durante a revisão por pares, como evidenciado por críticas a estudos filogenéticos. Um plano básico pode ser definido como a soma de todos os estados de caracteres associados a um nó interno, representando as sinapomorfias e plesiomorfias de um ramo do cladograma. É, de fato, um resultado crítico da análise cladística. Os planos básicos permitem teorizar sobre as espécies ancestrais a partir das quais um ramo evoluiu e podem ser efetivamente empregados em análises filogenéticas subsequentes, oferecendo vantagens em relação ao uso de conjuntos de espécies reais. Este artigo fornece um exemplo prático usando amostras de representantes de Gastropoda (Mollusca). O estudo revisita um grande conjunto de dados de uma análise cladística publicada anteriormente em 2011, que se baseava em espécies reais representando os principais ramos de Mollusca. Aqui, os ramos principais do cladograma original são substituídos por seus respectivos planos básicos como terminais. O cladograma resultante é apresentado e comparado à análise original. Todos os terminais são representados por planos básicos, os quais são discutidos em detalhes. Este artigo defende o uso mais amplo de planos básicos como terminais em análises filogenéticas, desde que sejam derivados de uma estrutura filogenética prévia e rigorosa. Uma das principais vantagens dessa abordagem é a menor influência de homoplasias, que podem estar presentes em espécies reais, mas estão ausentes no plano básico do táxon que representam, minimizando, assim, o ruído nos resultados finais. O principal objetivo é mitigar as críticas ao uso de planos básicos como terminais em análises filogenéticas, utilizando um exemplo prático e real como base. (AU)

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