Resumo
Desde 80, 1 em 2 pessoas com AIDS faleceu, deixando órfãos. Em Porto Alegre (RS), 100 óbitos deixaram 87,8 órfãos. Estes - em especial os portadores - defrontam-se com o estigma e discriminação. Analisar-se-á como o estigma e a discriminação aumentam a vulnerabilidade individual/programática, obstruindo o acesso à saúde, educação, convivência familiar, lazer e ao gozo de outros direitos. Para tanto, serão combinadas abordagens qualitativas (entrevistas e grupo focal) e quantitativas (estudo transversal). Na 1ª fase, serão mapeadas as cenas de estigma e discriminação com entrevistas de profissionais de saúde/educação, ativistas ONG, cuidadores e jovens. Na 2ª fase, serão quantificados o estigma e a discriminação entre os afetados, por inquérito, em 2021 domicílios de falecidos. Analisar-se-ão as condições sociodemográficas, de saúde e nutrição de crianças e jovens afetados. Pós-fase domiciliar, cuidadores e jovens participarão de entrevistas/grupos focais para discutir especificidades e significados da estigmatização entre os afetados. (AU)
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