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Hipotensão intradialítica em pacientes com insuficiência renal aguda: efeitos da temperatura do dialisato e da realização de perfil de sódio e ultrafiltração

Processo: 04/10727-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2005 - 31 de julho de 2007
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Emmanuel de Almeida Burdmann
Beneficiário:Emmanuel de Almeida Burdmann
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Nefrologia  Lesão renal aguda  Diálise renal  Hipotensão  Hemodinâmica  Ultrafiltração 

Resumo

Na busca por atingir a maior eficiência dialítica associada à máxima tolerância clínica possível o estado hemodinâmico assume papel fundamental. A hipotensão arterial perpetua a lesão isquêmica na IRA e acarreta queda da eficiência dialitica. A Hipotensão intradialítica está relacionada a fatores dependentes da diálise (taxa de ultrafiltração, alterações da osmolaridade plasmática, disfunção autonómica, composição e temperatura do dialisato) e independentes da técnica de diálise (função cardíaca e situações clínicas de vasodilatação). Neste estudo serão comparadas os efeitos hemodinâmicos de duas abordagens dialíticas. No protocolo tradicional, os pacientes com IRA em UTI serão submetidos à hemodiálise prolongada (6-8 horas de duração) com temperatura do dialisato de 37 graus Celcius, taxa de ultrafiltração fixa e concentração de sódio no dialisato de 138 mEq/L. No protocolo intervenção, a hemodiálise prolongada será realizada com temperatura do dialisato de 35,5 graus Celcius, perfil de sódio (Na inicial 150 mEq/L; Na final 138 mEq/L) e ultrafiltração (queda linear). (AU)