| Processo: | 06/06026-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Cláudia Regina Furquim de Andrade |
| Beneficiário: | Cláudia Regina Furquim de Andrade |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Motricidade orofacial Gagueira Avaliação da linguagem Fluência Genomas Eletromiografia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fluência | Função orofacial | gagueira | Fluência, Motricidade e Funções Orofaciais |
Resumo
O estudo aqui apresentado é uma complementação daquele enviado ao CNPq (Edital Universal 470494/2004-2) tendo sido aprovado com duração para 2 anos (até 30/05/2007). Os estudos moleculares para gagueira indicam que alguns genes parecem ter um forte efeito no desenvolvimento da gagueira persistente. Embora o gene em si mesmo não tenha sido ainda identificado esses resultados iniciais do projeto genoma da gagueira demonstram que os fatores hereditários são suficientemente significantes para a transmissão do traço. O modelo teórico que baseia o estudo aqui apresentado hipotetiza que a gagueira emerge de uma interação complexa entre fatores genéticos; de processamento da linguagem; do controle motor da fala e de aspectos sócios emocionais. O objetivo geral do estudo tem como meta reconhecer o perfil familial da fluência da fala - aspectos linguístico, acústico e eletromiográfico - em dois grupos distintos de crianças, com e sem antecedentes de histórico familiar direto (pais e irmãos) para a gagueira. As hipóteses de estudo estão baseadas no paradigma que o antecedente genético direto implica em similaridade nos padrões de fluência da fala, atividade motora e aspectos vocais em todos os afetados de uma mesma família. Essas hipóteses estão baseadas no pressuposto que a atuação do gene seria refletida diretamente na sintomatologia manifesta da fala. Participarão do estudo 30 crianças (probando) e seus familiares próximos (pai, mãe e irmãos), sem distinção de raça e sexo, matriculados na rede pública de ensino de pré-escola e ciclo básico, residentes no município de São Paulo e Grande São Paulo, cujas famílias concordem, através de assinatura do termo de consentimento, na realização dos procedimentos propostos para realização da pesquisa. Os participantes do estudo serão divididos em dois grupos: O grupo de pesquisa (GI) será composto por 15 crianças com diagnóstico de gagueira e o grupo controle (GII) será composto por 15 crianças, pareadas ao grupo de pesquisa em relação à idade e sexo, parametradas como fluentes. Em ambos os grupos os participantes não deverão apresentar qualquer outro déficit comunicativo, neurológico e cognitivo associado. Os procedimentos de avaliação serão similares em ambos os grupos e aplicados em todos os probandos (GI e GII) e em seus familiares diretos - pai, mãe, irmão/a (s). A expectativa mínima é de realização de 90 baterias de testagem se considerados todos os probandos como filhos únicos. Serão coletadas: amostras de fala; resposta eletromiográfica e parâmetros acústicos vocais. Os dados serão submetidos à tratamento descritivo (desvio padrão e intervalo de confiança; distribuição de freqüência) e analítico (correlação e variância). (AU)
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