| Processo: | 07/00620-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Antonio Carlos Campos Pignatari |
| Beneficiário: | Antonio Carlos Campos Pignatari |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Staphylococcus aureus resistente à Meticilina Farmacorresistência bacteriana Oxacilina Hemocultura Hospitais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biologia molecular | Epidemiologia | hemocultura | Resistência Bacteriana | Staphylococcus aureus | tipagem molecular | Microbiologia Clínica |
Resumo
No Brasil, após a descrição em nossa instituição, em 1993, do clone epidêmico brasileiro (CEB) de S. aureus resistentes à oxacilina (ORSA ou MRSA), poucos estudos relataram dados sobre a persistência deste clone em hospitais, ou a presença de novas linhagens genéticas. Além disso, apenas um estudo no ano de 2005 relatou os diferentes tipos de SCCmec presentes nestes isolados. A identificação de SCCmec, contendo genes que codificam distintos perfis de sensibilidade, permitiria maiores opções nas condutas terapêuticas da prática clínica. Objetivos: Avaliar o perfil epidemiológico e identificar os diferentes tipos de elementos genéticos móveis (SCCmec) de isolados de MRSA coletados de hemoculturas de pacientes admitidos no Hospital São Paulo (HSP), no período de 2002 a 2005. Materiais e Métodos: Os isolados serão reidentificados e sua sensibilidade testada pela técnica de disco difusão e Etest®. Serão realizadas análises da similaridade genética entre as amostras pela técnica de PFGE e a determinação do tipo de SCCmec será realizada utilizando-se o método de PCR. Dados epidemiológicos serão coletados dos prontuários dos pacientes infectados por MRSA. Resultados preliminares: O método de PFGE revelou uma diversidade clonal significativa (seis perfis distintos), dentre 20 isolados analisados, sendo que cinco perfis foram diferentes do CEB. Foi demonstrada a existência de pelo menos três diferentes tipos de SCCmec (II, III, e IV). Quanto à epidemiologia, não detectaram-se fatores de risco relacionados. Conclusões preliminares: Apenas 60% das amostras de MRSA testadas pertenciam ao CEB, contrastando com estudos anteriores e sugerindo uma mudança do perfil epidemiológico no HSP. A continuação deste estudo, utilizando um número maior de amostras, poderá confirmar a introdução ou emergência de novos clones, assim como a distribuição de diferentes tipos de SCCmec. (AU)
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