| Processo: | 07/03607-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Fernanda Dreux Miranda Fernandes |
| Beneficiário: | Fernanda Dreux Miranda Fernandes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Transtornos da linguagem Transtorno autístico Crianças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | autismo | Comunicação | Linguagem | orientação a mães | terapia fonoaudiológica | linguagem |
Resumo
O lugar da linguagem nos distúrbios incluídos no espectro autístico é singular pois, ao contrário de outras alterações amplas do desenvolvimento, em que as desordens de linguagem são sintoma ou conseqüência de outros déficits, distúrbios ou transtornos, no espectro autístico as alterações de linguagem correspondem a um dos três critérios fundamentais para o diagnóstico. Em nossa realidade, uma parte importante das pesquisas a respeito das questões de linguagem relacionadas ao espectro autístico tem sido realizadas pelo grupo que constituiu hoje o Laboratório de Investigação Fonoaudiológica nos Distúrbios do Espectro Autístico (LIF-DEA) do Curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da USP. Uma recente pesquisa, que investigou os resultados de três propostas de atendimento para crianças do espectro autístico, indicou que as grandes variações individuais características desses quadros clínicos continuaram evidentes nesse processo, e que tanto as situações individuais quanto as de oficina de linguagem resultaram em progressos significativos e aproximadamente equivalentes enquanto as situações com as mães não levaram aos mesmos resultados. A ação dirigida a familiares de crianças autistas, realizada por fonoaudiólogos, exige extremo cuidado para que não haja invasão de temáticas dissociadas da linguagem e fatores intervenientes por questões também focais nos quadros autísticos, mas que fogem à área de atuação do fonoaudiólogo. O processo terapêutico em fonoaudiologia pode ser incrementado por orientações específicas a respeito do desenvolvimento dos processos de comunicação e linguagem marcadamente focalizadas nos perfis individuais de habilidades e dificuldades de cada díade. Os objetivos deste estudo envolvem a verificação dos resultados obtidos com a realização de 10 sessões de orientação específica a respeito de comunicação e linguagem para mães de crianças do espectro autístico. Serão sujeitos 20 díades mãe-criança, pacientes do LIF-DEA. Os processos envolvem a realização de cinco sessões de orientação e cinco de acompanhamento para pequenos grupos de mães, paralelamente à manutenção do processo de terapia fonoaudiológica das crianças. Os resultados buscarão comparar o desempenho de cada criança antes e depois das sessões de orientação nas áreas de perfil funcional da comunicação, desempenho sócio-cognitivo, qualidade de vida e funcionalidade. (AU)
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