| Processo: | 07/53313-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Kinue Irino |
| Beneficiário: | Kinue Irino |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Fatores de virulência Escherichia coli Toxina Shiga |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Citotoxina Subtilase | Escherichia Coli | Fatores De Virulencia | Stec Ehec | Toxina Shiga |
Resumo
A citotoxina subtilase AB5 já foi detectada em diferentes sorotipos de Escherichia coli produtoras da toxina Shiga (STEC) isolados de pacientes com doença intestinal e complicações extra intestinais como a Síndrome Hemolítica Urêmica. Os primeiros estudos da ocorrência desta citotoxina em cepas STEC foram realizados na Austrália e mais recentemente nos Estados Unidos. No Brasil, Cergole-Novella et al, 2007, demonstraram também que cepas de E.coli produtoras da toxina Shiga de diferentes origens são também produtoras desta potente citotoxina. Tendo em vista a escassez de estudos sobre a prevalência desta citotoxina nas cepas STEC isoladas no nosso meio e a importância das diferentes espécies de ruminantes como os principais reservatórios de STEC, agentes de graves infecções no homem, este projeto tem como objetivo principal , deterrminar a prevalência desta toxina em cepas STEC isoladas de diferentes reservatórios animais procedentes de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Considerando ainda o total desconhecimento da presença desta toxina em cepas de E.coli pertencentes a outras categorias diarreogênicas tais como EPEC,ETEC, EIEC , EAEC, e ainda o freqüente isolamento, de pacientes com diarréia, de cepas de E.coli sem a presença de qualquer fator de virulência atualmente descrito, este projeto visa também pesquisar a presença desta toxina nestes grupos de microorganismos. Estão também entre os principais objetivos, verificar a relação entre a presença desta toxina e o perfil genético das STEC em relação aos genes stx1, stx2, eae e ehxA; determinar a atividade citotóxica das cepas subAB positivas, em diferentes linhagens celulares; Determinar os marcadores adicionais de virulência nas cepas subAB positivas e comparar o perfil genético pela técnica da eletroforese em campo pulsado (PFGE) das cepas produtoras da citotoxina pertencentes a diferentes sorotipos de STEC. (AU)
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