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Oxidação de estrona e estradiol com ozônio e cloro nas águas de abastecimento

Processo: 08/07043-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2009 - 30 de abril de 2011
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias
Pesquisador responsável:Luiz Antonio Daniel
Beneficiário:Luiz Antonio Daniel
Instituição-sede: Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Estrona  Ozônio  Cloro  Oxidação  Hormônios 

Resumo

A poluição cada vez maior dos corpos receptores devido ao lançamento de efluentes, esgotamento sanitário e disposição inadequada de resíduos sólidos são de grande preocupação, pois a estes estão associados riscos à saúde causados por poluentes bioativos, compostos químicos orgânicos persistentes e outros compostos que poderão estar presentes na água. Dentre os compostos que causam risco à saúde se destacam os disruptores endócrinos, que são compostos químicos exógenos que interferem na atividade hormonal. Tratamentos convencionais de água de abastecimento não removem compostos que causam distúrbios endócrinos, tais como alguns pesticidas e hormônios. O uso de ozônio vem sendo reportado para tal finalidade, pois atua como oxidante forte que é capaz de oxidar vários compostos. Outra preocupação relacionada ao tratamento de água são problemas ligados com inativação de organismos patogênicos tais como cistos de Giárdia sp e oocistos de Cryptosporidium ssp que são reconhecidamente bem mais resistentes à desinfecção que bactérias e vírus, particularmente à cloração. Portanto, procura-se a eliminação e/ou redução de disruptores endócrinos - DEs em estações de tratamento de água através do ozônio e do cloro. Pretende-se também avaliar qual será a eficiência de remoção de microrganismos indicadores de patogênicos nas doses utilizadas para oxidação de DEs. Outra opção seria a combinação destes dois oxidantes (ozônio e cloro), pois poderia trazer vantagens com relação aos subprodutos da desinfecção, tal como eliminar e/ou oxidar precursores de trialometanos e outros compostos orgânicos clorados, como potencializar a inativação de microrganismos patogênicos. (AU)

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