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Comparação da eficácia do protocolo com Mesilato de Imatinib versus Vimblastina com Prednisona no tratamento do mastocitoma canino - estudo clínico-cirúrgico, histopatológico, imunoistoquímico e molecular

Processo: 09/02359-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2009 - 31 de maio de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Julia Maria Matera
Beneficiário:Julia Maria Matera
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Mesilato de imatinib  Mastocitoma  Oncologia  Cães 

Resumo

O mastocitoma é a neoplasia cutânea maligna mais comum em cães, porém permanecem alguns dilemas relacionados ao seu comportamento biológico imprevisível. Sua apresentação mais freqüente é com formações isoladas, e a terapia de escolha é a cirurgia. Algumas vezes ele se apresenta com formações múltiplas ou metástases, ou tumores de alto grau (graus II ou III), e o tipo de tratamento é questionável. A quimioterapia é indicada em casos de tumores de alto grau, terapia adjuvante para citoredução tumoral, casos em que há metástases ou em casos de formações múltiplas, porém com respostas reduzidas nos tumores de alto grau. O protocolo de quimioterapia que apresenta melhor resposta é a combinação de vimblastina com prednisona. Uma nova linha de medicamentos, que age em áreas específicas das células neoplásicas, está sendo testada. Um deles é o Mesilato de Imatinib que age no receptor tirosino-quinase (c-Kit) mutado geneticamente. Algumas mutações no domínio da justamembrana do c-Kit foram observadas nos mastocitomas caninos, não necessitando da ligação com o Stem Cell Factor para serem ativados. Em um primeiro teste clínico em animais com mastocitoma foi constatada a eficácia contra parte das neoplasias expostas a esta medicação. O objetivo deste trabalho é a avaliação da eficácia do mesilato de imatinib contra o mastocitoma canino, em comparação com a quimioterapia tradicional com vimblastina e prednisona, e os efeitos colaterais apresentados pela medicação, além da avaliação da relação da expressão do KIT por RT-PCR e imunoistoquímica com a presença de mutações na justamembrana e a relação da mutação com a resposta à terapia. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CARLA A.B. LORIGADOS; JULIA MARIA MATERA; ANTONIO A. COPPI; THAÍS R. MACEDO; FERNANDO V.L. LADD; VANESSA A.F. DE SOUZA; ANA CAROLINA B.C.F. PINTO. Tomografia computadorizada de mastocitomas em cães: avaliação pré e pós-tratamento quimioterápico. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 33, n. 11, p. -, Nov. 2013.

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