| Processo: | 08/56583-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária |
| Pesquisador responsável: | Maria Angelica Miglino |
| Beneficiário: | Maria Angelica Miglino |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Células clonais Células-tronco Diferenciação celular Regeneração hepática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Celulas Progenitoras Hepaticas | Celulas Tronco Embrionaria | Diferenciacao Celular | Progranulina | Regeneracao Hepatica | Terapia Celular |
Resumo
Terapias utilizando-se de transplantes são normalmente limitadas pela quantidade de doadores de órgãos. Uma das metas da Medicina Regenerativa é buscar fontes de células e tecidos para terapias de substituição. As células-tronco embrionárias (CTE) representam uma fonte promissora de material para transplante pela sua exclusiva propriedade de poderem ser expandidas indefinidamente em cultura, sendo assim uma fonte renovável de tecido. Além disso, elas são capazes de se diferenciarem em praticamente todos os tipos celulares, podendo ser utilizadas em terapias de substituição para várias doenças. O desafio é identificar métodos que promovam sua diferenciação em linhagens adultas específicas e funcionais. Muitos trabalhos têm isolado células progenitoras e demonstrado sua habilidade de proliferar por meses e manter seus carótipos (Malhi, 2002), entretanto a eficiência de diferenciação é baixa. Propomos, o isolamento de células progenitoras hepáticas pelos seus atributos morfológicos e funcionais, a partir do broto hepático de ratos, focando seu isolamento e cultivo para promover a diferenciação e posterior caracterização dessas células in vitro para utilização em tratamento de uma linhagem de ratos com insuficiência hepática. O presente trabalho também irá comparar o tratamento, a nível, bioquímico, histopatológico e molecular, de CTE diferenciadas e indiferenciadas, caracterizar morfologicamente o processo de hepatogênese em ratos, assim como os genes envolvidos na diferenciação celular desse órgão, além de criar um banco de células-tronco hepáticas e linhagens celulares hepáticas cultivadas in vitro para fins experimentais. (AU)
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